Queda de cabelo no pós parto: o que fazer?

Se durante a gravidez as madeixas da futura mamãe ficam volumosas e cheias de brilho, após o parto tudo muda! Queixa comum entre as mães, a queda de cabelo durante o período de amamentação – que pode chegar a 50% dos fios – é causada por uma queda brusca da progesterona, mas também pode ser influenciada pelo estado nutricional do organismo e por uma anemia provocada pela perda de sangue durante o parto. A boa notícia é que como ela tem origem fisiológica, toda essa fragilidade das mechas é passageira. O problema costuma surgir cerca de 60 dias após o nascimento do bebê. Em algumas mulheres, essa queda é rápida, durando em torno de dois meses. Em outros casos, pode ser mais prolongada. Caso ultrapasse esse tempo mínimo, é aconselhável procurar um especialista para avaliar o quadro em específico.

O primeiro passo para manter a saúde dos fios é investir em uma alimentação repleta de nutrientes que fortaleçam o cabelo. Por isso, invista em ingredientes ricos em ferro (fígado, carnes, gema de ovo e vegetais verde-escuros) zinco (leite, moluscos e farelo de trigo), cobre (legumes, rins, aves, chocolate amargo, castanhas e frutas secas) e vitamina B6 (gérmen de trigo, carne de porco bem passada, vísceras, batatas, bananas e aveia). Podem ser utilizados, ainda, alguns suplementos nutricionais. Mas sempre com prescrição médica, ok?
Além disso, tratamentos realizados em consultório são capazes de amenizar a queda do problema. Esse é o caso da terapia com lasers de baixa potência (LED), que além de indolor não traz efeitos colaterais para a lactante ou para o bebê. Nela, os raios de luz penetram no couro cabeludo, estimulando a microcirculação sanguínea, promovendo a melhora progressiva da queda e fortalecendo os fios.

E, claro, não é porque os cabelos estão caindo que você deve deixar a vaidade de lado. A manutenção do corte, a hidratação dos fios ou até mesmo uma coloração (com produtos sem amônia ou chumbo em sua formulação) refletirão positivamente não apenas na saúde dos fios, mas no “brilho” que toda a mãe deve ter!

Fonte: http://itmae.uol.com.br

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