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	<title>Crianças e bebês| Categorias | Blog | Dra. Carla Bortoloto</title>
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	<description>Dermatologia</description>
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		<title>Com quantos anos pode pintar o cabelo? Confira informações sobre produtos capilares em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 12:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
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		<category><![CDATA[criança]]></category>
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		<category><![CDATA[tonalizante de cabelo infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é de hoje que os cuidados com a aparência estão se tornando uma preocupação crescente entre as crianças. Meninas e meninos – cada vez mais<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não é de hoje que os cuidados com a aparência estão se tornando uma preocupação crescente entre as crianças. Meninas e meninos – cada vez mais jovens – estão frequentando os salões de beleza em busca do &#8220;visual perfeito&#8221;.</p>



<p>Nesse contexto, <strong>sempre surge a dúvida: com quantos anos pode pintar o cabelo</strong> ou submeter as madeixas infantis a outros procedimentos, como os alisamentos?</p>



<p>O uso de tinturas, alisadores e demais produtos químicos no cabelo <strong>requer o máximo possível de cautela. </strong>Por isso, deve-se levar em consideração a idade da criança e a textura dos fios, entre outros pontos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Afinal, criança pode pintar o cabelo?</h3>



<p>Não é raro encontrarmos crianças com os <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dossie-da-saude-dos-cabelos-10-fatos-que-vao-mudar-sua-rotina-de-cuidados/"><u>cabelos</u></a> de diferentes cores, em tons de rosa, azul, roxo, verde&#8230; ou simplesmente descoloridos. Às vezes, o incentivo para a mudança na aparência vem de colegas ou até de influenciadores na internet.</p>



<p>Então, antes de mais nada, vamos responder à questão: com quantos anos pode pintar o cabelo? <strong>De modo geral, colorir (ou descolorir) os fios de crianças menores de 12 anos é totalmente desaconselhado.</strong></p>



<p>Nessa faixa etária, o sistema imunológico e o manto hidrolipídico (camada que protege a pele) ainda estão se formando, o que torna o couro cabeludo bem mais sensível.</p>



<p>Assim, a pintura talvez irrite a região, desencadeando uma <strong>reação alérgica que, nos casos mais graves, pode acompanhar a criança por toda a vida</strong>. Além disso, os fios também são mais finos e frágeis nessa época, fazendo com que o uso de tinturas os torne mais ressecados e quebradiços.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como garantir a segurança na pintura do cabelo infantil?</h3>



<p>A partir dos 12 anos, é possível realizar intervenções mínimas. <strong>Acima de tudo, é muito importante que os produtos aplicados sejam indicados especificamente para o uso infantil</strong>.</p>



<p>Em geral, tinturas e tonalizantes são elaborados com foco em adultos, então nem sempre é possível saber como as crianças responderão a eles.</p>



<p>É indicado observar os rótulos e conferir se eles não contêm em sua composição amônia, chumbo ou água oxigenada. Ainda assim, a aplicação deve ser realizada em salões de cabeleireiro por um profissional qualificado.</p>



<p>Já o <strong>uso do papel crepom para pintar o cabelo das crianças</strong>, que é uma técnica caseira bem antiga, <strong>não é recomendado em nenhuma situação.</strong></p>



<p>Isso porque a tinta usada no material contém metal e outras substâncias capazes de comprometer a saúde do couro cabeludo e danificar os fios, além da possibilidade de desencadear reações alérgicas inesperadas. Ademais, a tonalidade presente no papel pode ser difícil de ser removida.</p>



<p>Em casa, <strong>a recomendação mais segura são os sprays coloridos</strong>, desde que sejam à base de água e devidamente destinados a esse fim. Eles promovem a coloração passageira dos fios e são facilmente eliminados no banho. Apesar disso, é sempre importante reforçar a cautela para evitar a exposição da pele a esse material.</p>



<p>Vale ainda destacar que, quanto mais a criança adiar a aplicação de qualquer tipo de química nos cabelos, mais tarde ela precisará de outros cuidados para recuperar os fios danificados.</p>



<p>De forma geral, <strong>quanto mais constantes forem as modificações capilares, maiores serão os prejuízos para os cabelos e couro cabeludo a longo prazo</strong>. E entram nessa lista também as intervenções destinadas a alisar os fios, sobretudo de maneira permanente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A criança pode alisar o cabelo ou fazer uma escova definitiva?</h3>



<p>Seja para soltar os cachos ou para mudar completamente o visual, tornando os cabelos lisos e escorridos, as escovas definitivas também estão cada vez mais presentes nos &#8220;cuidados de beleza&#8221; feitos pelo público infantil.</p>



<p>Da mesma forma como acontece com as colorações, <strong>nenhum alisamento nesses moldes deve ser realizado nas crianças com menos de 12 anos.</strong></p>



<p>Além de danificarem os fios e de poderem desencadear <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/alergia-na-pele/"><u>alergias no couro cabeludo</u></a>, a agressividade desses produtos causa lacrimejamento dos olhos, conjuntivites e, até mesmo, uma pneumonia química devido à sua aspiração.</p>



<p>Para fugir do formol, que foi utilizado por muito tempo em escovas progressivas, mas <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/formol-nao-pode-ser-utilizado-em-alisantes-de-cabelos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>proibido pela Anvisa </u></a>por conta de seus <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/formol#:~:text=O%20formol%20%C3%A9%20cancer%C3%ADgeno%3F,em%20humanos%20e%20em%20animais." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>riscos à saúde</u></a> (desde uma intoxicação até o óbito), muitas mães escolhem produtos com ácido glioxílico em sua formulação.</p>



<p>Entretanto, <strong>esta substância também libera o composto vetado quando aquecida pelo secador e pela prancha.</strong> Ou seja, é mais uma opção que deve ser evitada.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-como-cuidar-do-cabelo-de-crianca/"><u>Dicas essenciais para cuidar do cabelo das crianças</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Outras formas de alisar o cabelo temporariamente</h3>



<p>Se, eventualmente, a criança quiser exibir um <em>look </em>diferente que envolve o alisamento dos fios, <strong>a dica é sempre priorizar as pranchas e as escovas alisadoras convencionais.</strong> Elas são livres de qualquer química e alcançam o efeito desejado por meio da ação do calor.</p>



<p>Mas atenção: se essas técnicas forem utilizadas constantemente, também podem causar ressecamento dos fios e prejuízo à saúde do cabelo.</p>



<p>Para evitar tais danos, o ideal é realizar hidratações periódicas (mensais ou quinzenais, dependendo do estado dos fios). Elas ajudam a repor nutrientes e a manter a parte externa dos cabelos devidamente selada.</p>



<p>É importante ainda conversar com a criança e <strong>entender as motivações para o desejo de transformação, explicando a ela os prejuízos que o uso de produtos químicos pode desencadear</strong>, especialmente a longo prazo.</p>



<p>Cabe também ressaltar <strong>a beleza natural da criança e lembrá-la de que modificações passageiras, que não envolvem o uso de química</strong>, são possíveis, mas nem sempre necessárias. Assim, fica mais fácil delimitar com quantos anos pode pintar o cabelo de maneira segura e consciente.</p>



<p>Ainda no tema estética infantil, <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/crianca-pode-usar-maquiagem/"><u>veja quando o uso de maquiagem é um desacolho saudável nessa fase da vida.</u></a></p>
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		<title>Pele do bebê: 5 problemas comuns e como evitar</title>
		<link>https://dracarlabortoloto.com.br/pele-do-bebe-5-problemas-comuns-e-como-evitar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 12:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem nunca ouviu a expressão “pele de bebê” fazendo referência a uma pele delicada e bem cuidada? No entanto, a<strong> pele do bebê </strong>merece uma atenção e cuidado especial justamente por conta da sua <strong>sensibilidade</strong> e hiper reação aos fatores externos do ambiente.</p>



<p>Por conta disso, durante os primeiros meses de vida, os bebês podem facilmente ter distúrbios de pele, como <strong>irritações</strong> e manchas.</p>



<p>Cabe aos pais estarem atentos a qualquer alteração na pele dos recém-nascidos para evitar o agravamento de doenças.</p>



<p>A grande maioria dos <strong>problemas de pele dos bebês</strong>, quando diagnosticados precocemente, são facilmente tratados, <strong>evitando maiores desconfortos na criança</strong>.</p>



<p>É importante sempre ressaltar que não deve-se optar por remédios caseiros ou indicações de familiares e amigos para não complicar ainda mais os <strong>problemas dermatológicos</strong>.</p>



<p>A indicação é sempre procurar um especialista antes de iniciar qualquer tipo de tratamento.</p>



<p>Sabendo disso, vamos listar nesse artigo os <strong>problemas mais comuns na pele do bebê</strong> e como evitá-los.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5 problemas comuns na pele do bebê e como evitá-los</h3>



<p>Uma das funções primordiais da nossa <strong>pele</strong> é atuar como barreira, seja para prevenir a desidratação ou <strong>infecções</strong> por microorganismos.</p>



<p>A pele também é responsável por eliminar toxinas que fazem mal ao nosso organismo por meio do suor.</p>



<p>A <strong>pele do bebê </strong>é ainda mais fina do que a pele de um adulto, medindo cerca de metade da espessura.</p>



<p>Outra diferença, é que as <strong>glândulas sudoríparas</strong> da pele do bebê ainda são imaturas e as células que produzem a coloração estão em menor atividade.</p>



<p>Por ser mais sensível às mudanças de <strong>temperatura</strong> e a <strong>luz solar</strong>, a pele do bebê precisa ser adequadamente protegida.</p>



<p>Entre os problemas mais comuns na pele do bebê podemos citar:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Brotoejas</h4>



<p>Esse é um dos problemas mais comuns em bebês e crianças, de modo em geral, embora também possa acometer adultos. As pequenas <strong>bolhas de água </strong>surgem no tronco, pescoço, axilas e dobras da pele.</p>



<p>Costuma ser causada por roupas em excesso, bem como ambientes quentes e úmidos. Febres altas também favorecem o <strong>aparecimento das lesões.</strong></p>



<p>Normalmente, o problema desaparece sozinho quando a temperatura do ambiente é regulada por meio do uso de ar condicionado ou ventiladores.</p>



<p>Vestir o bebê com roupas adequadas a estação do ano, de preferência de fibras naturais, previnem o aparecimento de brotoejas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assadura</h4>



<p>De acordo com a<a href="https://www.sbd.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Sociedade Brasileira de Dermatologia</u></a>, a <strong>assadura é o problema de pele</strong> <strong>mais comum em bebês durante os primeiros meses de vida</strong>, atingindo 35% dos recém nascidos.</p>



<p>Os sintomas como<strong> inchaço </strong>e <strong>vermelhidão</strong> causam bastante irritação nos pequenos.</p>



<p>As <strong>assaduras são provocadas pela umidade</strong> e pelo contato prolongado com as substâncias presentes na urina e nas fezes.</p>



<p>As regiões mais acometidas com o problema são as cobertas pela fralda: a região genital, as nádegas, abdome e o início da coxa.</p>



<p>Por isso, o melhor modo de prevenir a assadura é realizar a troca frequente da fralda, permitindo que a pele esteja sempre seca e limpa.</p>



<p>Por isso, o melhor modo de prevenir a assadura é realizar a troca frequente da fralda, permitindo que a pele esteja sempre seca e limpa.</p>



<div class="vejamais">
<h4>Leia mais em: </h4>
<p><a href="https://dracarlabortoloto.com.br/xo-assaduras/">Xô, assaduras!</a>
</p></div>



<h4 class="wp-block-heading">Impetigo</h4>



<p>Essa<strong> infecção bacteriana</strong>, altamente contagiosa, é comum na pele de crianças.</p>



<p>Ocorre após uma picada de inseto ou pequeno trauma, sendo mais frequente nas extremidades do rosto (nariz e boca), podendo se espalhar por outras áreas.</p>



<p>O tratamento para o impetigo consiste na limpeza das <strong>lesões </strong>e <strong>medicação antibiótica </strong>prescrita pelo médico especialista.</p>



<p>É importante manter as unhas das mãos do bebê bem cortadas para evitar a coçadura das feridas e consequentemente que a doença não se espalhe ainda mais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Urticária</h4>



<p>As <strong>lesões características da urticária</strong>, vermelhas e inchadas, podem surgir isoladamente ou agrupadas formando grandes placas.</p>



<p>A <strong>coceira </strong>é o sintoma mais marcante desta irritação cutânea.</p>



<p>As causas são as mais variadas, desde a alta temperatura da água do banho, alimentos, medicamentos até o contato com algum objeto, como uma manta, por exemplo.</p>



<p>É preciso estar atento, a urticária pode provocar inchaço rápido e intenso, que atinge normalmente pálpebras, lábios, língua e garganta levando à dificuldade respiratória.</p>



<p>Por conta disso, é importante procurar atendimento médico ao identificar os primeiros sinais do problema e seguir as recomendações médicas.</p>



<p>Após o diagnóstico das causas da urticária, para evitar novas crises, é importante manter o bebê afastado daquilo que provoca a <strong>alergia</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Síndrome pé-mão-boca</h4>



<p>Causada pelo <strong>vírus Coxsackie, a síndrome pé-mão-boca</strong> é comum em crianças menores de 05 anos de idade.</p>



<p>Seu nome faz referência aos locais onde mais ocorrem as lesões: pé, mão e boca.</p>



<p>Os principais sintomas são pequenas bolhas nas palmas das mãos e plantas dos pés e manchas com vesículas branco-acinzentadas na boca e amídalas</p>



<p>Costuma ser acompanhada por <strong>febre</strong> antes do aparecimento das lesões, além de mal-estar, falta de apetite, <strong>vômitos</strong> e <strong>diarreia</strong>.</p>



<p>Como acontece com outras infecções virais, regride espontaneamente com o passar dos dias.</p>



<p>Contudo, o acompanhamento médico é importante para descartar outras enfermidades.</p>



<p><strong>Manter a higiene do ambiente</strong>, não compartilhar utensílios e descartar adequadamente fraldas são algumas das formas de se evitar a propagação da doença.</p>



<div class="vejamais">
<h4>Saiba mais: </h4>
<p><a href="https://dracarlabortoloto.com.br/sindrome-mao-pe-boca-e-comum-no-outono/">Síndrome mão-pé-boca é comum no outono</a>
</p></div>



<h3 class="wp-block-heading">Como prevenir problemas na pele do bebê?</h3>



<p>Uma das principais recomendações para cuidar bem da pele do seu bebê é manter bons hábitos de higiene. Separamos outras dicas importantes para a pele do bebê ficar sempre saudável:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Evite usar alvejantes, amaciantes e sabão em pó nas roupas do bebê, assim como lavá-las junto com as roupas dos adultos;</li><li>Sempre passe ferro nas roupas do bebê;</li><li>Prefira sempre roupas de algodão e outras fibras naturais;</li><li>Crianças menores de 06 meses não devem utilizar protetor solar;</li><li>Proteja o bebê com boné e guarda-sol e evite exposição solar entre 10h e 16h;</li><li>Utilize sempre produtos adequados para a pele do bebê.</li></ul>



<p>Fique atento a possíveis alterações na pele e no comportamento do bebê. Como os pequenos ainda não podem se comunicar por meio de palavras, observar os sinais é ainda mais importante.</p>



<p>Esse conteúdo foi útil para você? Continue navegando no meu <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/"><u>blog </u></a>e saiba mais sobre cuidados com a saúde da pele de crianças e bebês.</p>
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		<item>
		<title>Síndrome mão-pé-boca é comum no outono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 14:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
		<category><![CDATA[outono]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome mão-pé-boca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De um dia para o outro, a criança começa a apresentar febre e dor de garganta, seguidas por manchas esbranquiçadas na boca e bolhas nas palmas<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>De um dia para o outro, a criança começa a apresentar febre e dor de garganta, seguidas por manchas esbranquiçadas na boca e bolhas nas palmas das mãos e plantas dos pés. Trata-se da síndrome mão-pé-boca, que costuma levar muitas crianças aos consultórios durante o outono inverno.<br>Causada pelo vírus Coxsackie, a doença – que costuma afetar os pequenos com até cinco anos de idade (mas também pode infectar crianças maiores e adultos), tendo sua maior prevalência entre zero e dois anos – é transmitida por meio do contato direto com saliva, tosse, espirros, muco nasal, fezes, alimentos, brinquedos e objetos contaminados. Daí a importância de se orientar a criança “desde sempre” a higienizar as mãos após ir ao banheiro e antes das refeições, além de evitar colocar brinquedos ou outros objetos na boca.</p>



<h3>Diagnóstico e tratamento</h3>
Após a contaminação, a doença pode levar até sete dias para apresentar os primeiros sintomas (febre e dor de garganta), evoluindo pouco depois para os demais sintomas (manchas na boca, ulcerações e pequenas bolhas nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, região genital e nádegas).



<p>O diagnóstico da síndrome mão-pé-boca é feito com base nos sintomas. Exames sorológico e de fezes também podem ser solicitados. Detectada a doença, o tratamento buscará o alívio dos sintomas, com a prescrição de antitérmicos, analgésicos e pomadas.</p>



<p>Além disso, mantenha a criança em repouso e evite romper as bolhas! Atenção especial à hidratação e alimentação (devido à dificuldade em engolir), dando preferência às preparações de fácil deglutição, como sucos e purês. Por outro lado, refeições muito quentes, ou condimentadas são desaconselhadas.</p>



<p>Em geral, a síndrome mão-pé-boca desaparece sozinha em um prazo de cinco e sete dias, mas o vírus ainda pode ser transmitido pelas fezes durante cerca de quatro semanas, após a recuperação do pequeno. Por isso é fundamental manter a higiene. Desde o ambiente e os brinquedos utilizados pela criança, até as mãos e roupas daqueles que cuidam dela, tudo deve ser constantemente higienizado, para evitar a contaminação.</p>



<p>Fonte: <a href="http://itmae.com.br/filhos/a-sindrome-mao-pe-boca-e-comum-no-outono" target="_blank" rel="noopener">itmãe</a></p>
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		<title>Grávida? Confira os cuidados na manicure</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 20:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
		<category><![CDATA[manicure]]></category>
		<category><![CDATA[unhas na gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando fizer as unhas no salão, sempre levar o seu “kit unhas” com alicate, tesoura, lixa, palito e até esmaltes, para diminuir o risco de contaminações.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando fizer as unhas no salão, sempre levar o seu “kit unhas” com alicate, tesoura, lixa, palito e até esmaltes, para diminuir o risco de contaminações. Ou pelo menos certifique-se que todo o material utilizado foi devidamente esterilizado (foto: Free Images)</p>
<p>Durante os nove meses de gestação, tudo no corpo da mulher passa por inúmeras transformações. Com as unhas isso não é diferente. A maioria das grávidas curte toda a gestação com unhas mais fortes e que crescem rapidamente. Tudo graças às alterações hormonais, somadas ao aumento da circulação sanguínea e ao metabolismo. Mas, em alguns casos, a futura mamãe pode experimentar a aparência inversa, ficando com as unhas mais fracas e quebradiças. Se esse for o seu caso, invista em bases fortalecedoras.</p>
<p>As mudanças no aspecto das unhas são temporárias e as unhas voltam ao seu “normal” após o nascimento do bebê em até seis meses nas mãos e, até um ano, nos pés.</p>
<p>Uma boa notícia é que a esmaltação das unhas está liberada durante a gravidez (e na amamentação). Mas, para evitar riscos, vale aumentar o intervalo entre as idas à manicure (a cada 15 dias, por exemplo). Também é preciso ficar atenta à formulação dos produtos, dando preferência aos esmaltes hipoalergênicos ou “free” (livres de formaldeído, toluenol, dibutilftalato, resina, cânfora, conservantes e petrolato), para que não haja exposição – mesmo que mínima – a componentes tóxicos.</p>
<p>Já as unhas de gel devem ser evitadas durante a gravidez. O produto usado para fixá-las contém metil metacrilato, substância que pode causar dermatite de contato e até inflamação, uma vez que a pele da gestante costuma estar mais sensível. Já as unhas postiças compradas em farmácia podem ser utilizadas. Tenha apenas o cuidado de aplicá-las em um local bem arejado, para dispersar o cheiro da cola.</p>
<p>E na hora de fazer as unhas no salão, procure sempre levar o seu “kit unhas” (com alicate, tesoura, lixa, palito e até esmaltes), para diminuir o risco de contaminações. Caso não seja possível, certifique-se que todo o material utilizado foi devidamente esterilizado.</p>
<p>Caso surja uma micose na unha, não é preciso se desesperar. O tratamento pode ser feito durante a gravidez, com pomadas ou esmaltes antifúngicos prescritos pelo dermatologista ou obstetra.</p>
<p>E uma dica importante para as semanas que antecedem o parto, é passar esmaltes clarinhos ou apenas base nas mãos. Esmaltes escuros atrapalham a medição (feita pelo dedo) do oxigênio sanguíneo no momento do parto.</p>
<p>Fonte: <a href="http://itmae.com.br">itmae.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Carnaval: pegue leve na maquiagem das crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2017 20:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Bortoloto]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[maquiagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Carnaval chegou e para a garotada a fantasia só está completa com as caras pintadas de princesas, heróis, palhaços… Mas será que tudo bem usar<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Carnaval chegou e para a garotada a fantasia só está completa com as caras pintadas de princesas, heróis, palhaços… Mas será que tudo bem usar maquiagem nessa idade? Em ocasiões eventuais, como Carnaval, Festa Junina, Halloween, está tudo bem.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Ainda assim, pegue leve! O uso prematuro e exagerado de maquiagem, mesmo que seja para brincar, pode causar irritações e alergias na pele. De modo geral, a recomendação é que os pequenos só usem esse tipo de cosmético a partir dos 7 anos e sempre as versões infantis. Além de hipoalergênicos, geralmente os produtos específicos para crianças saem facilmente com água e possuem formulações com concentrações menores de agentes químicos.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Uma dica para verificar se a maquiagem é segura é procurar o selo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na embalagem. Além disso, não deixe de observar a indicação de faixa etária dos produtos presente nos rótulos. Vale lembrar que a pele das crianças é mais sensível e que absorve mais facilmente as substâncias presentes na maquiagem, por isso não&nbsp;abuse nem na quantidade, nem no número de produtos aplicados. Isso também ajudará a&nbsp;diminuir o risco de alergias.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mesmo com todos os cuidados, reações podem surgir até quatro dias após o contato com a substância alergênica. Daí a importância de estar sempre de olho: caso a criança apresente coceira, vermelhidão, inchaço ou descamação, suspenda imediatamente o uso do produto, lave a pele com&nbsp;água fria e leve-a ao especialista. No entanto, é importante destacar também que algumas crianças podem apresentar predisposições genéticas para alergias. Esses casos devem ser avaliados individualmente pelo dermatologista. E para evitar problemas futuros na pele, não se esqueça de remover a maquiagem da criança antes de dormir, lavando com sabonete neutro, ok? Bom Carnaval!</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Fonte: <a href="http://itmae.com.br/baby-and-kids/carnaval-pegue-leve-na-maquiagem-das-criancas" target="_blank">http://itmae.uol.com.br</a></span></p>
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		<title>5 características do bebê que mudam com o tempo</title>
		<link>https://dracarlabortoloto.com.br/5-caracteristicas-do-bebe-que-mudam-com-o-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2016 18:52:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que mãe nunca questionou qual seria a cor dos olhos e dos cabelos do filho, ou com quem ele pareceria, enquanto estava grávida? Mas existem algumas<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-size: 12pt;">Que mãe nunca questionou qual seria a cor dos olhos e dos cabelos do filho, ou com quem ele pareceria, enquanto estava grávida? Mas existem algumas características físicas do bebê que costumam sumir – ou se modificar – depois do nascimento, saiba? Se ficou curiosa, dá uma olhada nessa lista a seguir.</span></p>
<p><h3>1) Lanugem!? O que é isso?</h3>
<p>Seu filho nasceu “peludinho”?< Não se preocupe, essa penugem cai logo após o nascimento ou, no máximo, em algumas semanas de vida. Trata-se da lanugem (ou lanugo), ou seja, os primeiros pelos do bebê, que aliás começam a surgir já por volta da 20ª semana da gestação. Ela cobre todo o corpo da criança durante a vida intrauterina e tem a função de protegê-lo (juntamente com o vérnix, aquela substância gordurosa e branca que também fica grudada à pele) quando ainda imerso no líquido amniótico.</span></p>
<h3>2) De quem ele puxou esse cabelinho?</h3>
<p>Assim como o restante do corpo, o couro cabeludo também é coberto pelo lanugo. Ao nascer, ele é substituído por outro tipo de pelo, o velo, que ainda é claro e fino, mas levemente mais espesso que o primeiro. Apenas após os 2 anos é que os pelos terminais substituem os velos no couro cabeludo, sobrancelhas e cílios. É nesse momento também que as madeixas do seu baby assumem suas características de formato, textura e cor.</p>
<p><h3>3) Cadê a unha?</h3>
<p>Nas mãozinhas e pezinhos delicados dos bebês as unhas parecem até “invisíveis” de tão finas e moles. Constituídas por queratina endurecida, as lâminas ungueais (nome científico, digamos assim, das unhas) começam a se formar no final do primeiro trimestre da gestação. Entretanto, elas só se tornam endurecidas por volta dos 2 anos de idade. Daí a importância em se manter alguns cuidados na hora de apará-las, como usar cortador especial e cortá-las sempre em linha reta e não muito próxima da pele para que não encravem.</p>
<h3>4) Que casquinha é essa?</h3>
<p>Não é raro as mães se depararem com uma crostinha amarelada e oleosa no couro cabeludo dos recém-nascidos durante o banho. Mais comum do que se imagina, a crosta láctea – que também pode surgir na região das sobrancelhas, das têmporas e atrás das orelhas – é uma hiperdescamação do couro cabeludo de causa fisiológica e costuma sumir ainda no primeiro semestre de vida.</p>
<p>Para remover a costa láctea, basta umedecer o couro cabeludo com óleo mineral e soltar as casquinhas, com cuidado, utilizando um pente com dentes de pontas arredondas. Depois, basta lavar os fios. Agora, se a crosta fica por muito tempo na cabeça da criança, pode desenvolver bactérias e fungos e, inclusive, inflamar. Nesse caso, medicamentos de uso tópico e oral podem ser prescritos. Na dúvida, é sempre bom consultar a pediatra ou dermatologista.</p>
<h3>5) E essas manchinhas?</h3>
<p>A miliária (ou brotoeja) é outro problema que costuma surgir nos recém-nascidos e preocupar as mães. Ela pode se apresentar de duas maneiras: miliária cristalina (bolhas transparentes que aparecem nas dobras do pescoço quando as glândulas sebáceas são obstruídas superficialmente) e miliária rubra (bolinhas vermelhas e inflamadas que aparecem no nariz, no queixo e nas dobrinhas). Em geral, elas desaparecem em 2 ou 3 semanas, mas cuidados simples, como a aplicação de compressas de água fria e o uso de roupas leves e de fibras naturais (como algodão e malha), que facilitam a transpiração, ajudam neste processo.</p>
<p>Fonte:<a href="http://itmae.com.br/baby-and-kids/5-caracteristicas-do-bebe-que-mudam-com-o-tempo" target="_blank" rel="noopener">&nbsp;http://itmae.uol.com.br</a></p>
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		<title>Os cuidados com as roupas dos bebês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 18:36:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[alergia em bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Os cuidados com as roupas dos bebês]]></category>
		<category><![CDATA[roupas de bebê]]></category>
		<category><![CDATA[sabão de coco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas dão dicas de como cuidar das roupas das crianças para evitar alergias Uma mulher no final da gravidez e um varal repleto de roupas minúsculas:<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Especialistas dão dicas de como cuidar das roupas das crianças para evitar alergias</em></p>
<p>Uma mulher no final da gravidez e um varal repleto de roupas minúsculas: cenário muito comum para quem tem filhos. Diferentemente do que muita gente imagina, o hábito de lavar a roupa do recém-nascido não é um simples costume ou mesmo frescura, ele é essencial para manter a saúde dos bebês.</p>
<p>“É muito importante lavar todas as roupas antes do primeiro uso porque a pele do recém-nascido é bem sensível. Qualquer tipo de resíduo ou sujeira deve ser eliminado, já que a imunidade no primeiro mês após o nascimento é diferente das outras fases da vida e devemos nos precaver de qualquer tipo de contaminação”, alerta a pediatra e neonatologista Renata Mascaretti, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).</p>
<p>O sabão de coco é o mais indicado para higienizar as roupas das crianças até os 2 anos de idade. Além disso, nesta faixa etária, é desaconselhável misturar as roupas de crianças e adultos na hora da lavagem, bem como fazer uso de qualquer produto mais forte para a remoção de manchas. “Evite aplicar amaciante, alvejante, sabão em pó e, até mesmo, lavar as roupas dos pais junto com a dos filhos, pois os produtos utilizados na lavagem das peças dos adultos são diferentes e podem causar alergias”, <strong>diz a dermatologista Carla Bortoloto, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Clínico Cirúrgica (SBDCC).</strong></p>
<p><h3>Outros cuidados</h3>Os médicos também são unânimes ao afirmarem que passar a roupa ajuda a prevenir possíveis irritações e alergias na pele. Isso porque as altas temperaturas ajudam a eliminar germes e bactérias.</p>
<p>No mais, ao ir às compras, vale ficar de olho no tecido e nos acessórios das roupas dos bebês, dando preferência para as peças feitas de algodão e com enfeites que não ofereçam perigo para as crianças.</p>
<p>“A escolha e os cuidados inadequados com as roupas podem fazer com que o bebê desenvolva, principalmente, dermatites e alergias, que são caracterizadas por irritação na pele, bolinhas avermelhadas e até mesmo bolhas, nos casos mais intensos”, explica Renata. Portanto, ao observar qualquer alteração, os pais devem procurar o médico para tirar as dúvidas e decidir a melhor conduta.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistacrescer.globo.com/VOCE-E-A-MELHOR-MAE/noticia/2016/07/os-cuidados-com-roupas-dos-bebes.html" target="_blank" rel="noopener">http://revistacrescer.globo.com</a></p>
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		<title>Meu filho tem dermatite atópica e agora?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 14:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Bortoloto]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite bebes]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia pediátrica]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pele do seu baby, antes lisa e macia, começou a ficar seca, áspera e avermelhada? Atenção, pode ser dermatite atópica. O problema costuma surgir nos cinco<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pele do seu baby, antes lisa e macia, começou a ficar seca, áspera e avermelhada? Atenção, pode ser dermatite atópica. <strong>O problema costuma surgir nos cinco primeiros anos de vida, sendo mais comum antes dos 12 meses. Trata-se de uma doença genética, que geralmente afeta crianças com histórico familiar de outras doenças atópicas, como asma e rinite.</strong> Além disso, alguns fatores externos, como agentes irritantes (produtos químicos etc.), alérgenos (ácaro, poeira etc.) e o ato de coçar a pele, podem contribuir para o surgimento de lesões na pele. Situações que causam estresse aos pequenos também podem piorar a dermatite atópica, bem como mudanças bruscas de temperatura. Já a dermatite associada a alergias alimentares é mais rara, mas quando aparece também se manifesta cedo, até o primeiro ano de idade, relacionada ao consumo de trigo, ovos, leite e soja. O principal sintoma é a coceira, que afeta o rosto, o pescoço e as dobrinhas dos braços e das pernas do bebê. O espessamento da pele e o surgimento de infecções (que surgem em decorrência das lesões provocadas pelo coça-coça) também denunciam o problema.</p>
<p>Como a dermatite atópica é marcada por crises recorrentes, o mais importante é investir na prevenção para evitar a evolução do quadro. A hidratação é a principal delas. Se o seu filho for diagnosticado com o problema, convém hidratar a pele dele com produtos específicos todos os dias – e não se esqueça de caprichar após o banho, para favorecer a retenção de água no organismo. Atenção também à temperatura do banho da criança, que deve ser de morna para fria, em torno de 24 graus. Para evitar o ressecamento maior da pele, use apenas sabonetes neutros e priorize as partes íntimas, as mãos e os pés. E nada de esfregar o corpo com esponjas ou buchas, o que pode aumentar as lesões. Outra dica é ficar de olho na etiqueta das roupas: em vez de materiais sintéticos, prefira as feitas com tecidos 100% algodão. E, ainda, utilize o mínimo de sabão, amaciante e outros produtos na lavagem das peças.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter" src="http://itmae.com.br/wp-content/uploads/2016/03/bebe_pele.jpg" alt="" width="340" height="372" /></p>
<p>Por fim, mantenha a carteira de vacinação dele em dia, assim como a casa sempre limpa – retire carpetes, tapetes e brinquedos de pelúcia das áreas que o bebê circula. Aquele velho conselho de mães e avós para deixar a criança tomar sol faz sentido, sim! A exposição solar realmente melhora os sintomas, mas deve ser feita antes das 10h e após às 17h, por aquelas razões que você já sabe.</p>
<p>O tratamento da dermatite atópica vai depender de cada caso, daí a importância do acompanhamento de um dermatologista. Muitas vezes, ele envolve o uso de cremes à base de corticoide (para diminuir a inflamação) e antibióticos. Mas tudo deve ser receitado por um especialista, então, nada de usar um produto no bebê só porque a sua amiga testou, certo?</p>
<p>Fonte: <a href="http://itmae.com.br/baby-and-kids/meu-filho-tem-dermatite-atopica-e-agora" target="_blank" rel="noopener">http://itmae.com.br</a></p>
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		<title>Criança pode usar maquiagem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 14:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Rosto]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Bortoloto]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologista]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de maquiagem]]></category>
		<category><![CDATA[maquiagem em crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criança pode usar maquiagem? Cada vez mais cedo as meninas estão começam a usar maquiagem e outros cosméticos. Será que essa prática é realmente prejudicial? Confira<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Criança pode usar maquiagem?</h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">Cada vez mais cedo as meninas estão começam a usar maquiagem e outros cosméticos. Será que essa prática é realmente prejudicial?</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Confira abaixo o vídeo completo que eu falo sobre esse tema:</span><span id="more-2851"></span></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4mBBM7iRVF4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Xô, assaduras!</title>
		<link>https://dracarlabortoloto.com.br/xo-assaduras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2015 14:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças e bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[assaduras em bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Bortoloto]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com a pele do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Xô, assaduras! Todo bumbum de bebê está sujeito a assaduras, mas existem alguns truques e mudanças de hábito que podem ajudar a preveni-las. Para auxiliar mamães<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/xo-assaduras/">Xô, assaduras!</a> apareceu primeiro em <a href="https://dracarlabortoloto.com.br">Dra. Carla Bortoloto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Xô, assaduras!</h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">Todo bumbum de bebê está sujeito a assaduras, mas existem alguns truques e mudanças de hábito que podem ajudar a preveni-las. Para auxiliar mamães a enfrentarem o problema, o Portal Vital elaborou um manual com dicas de especialistas na área de dermatologia infantil e pediatria.<strong style="font-size: 12pt;">O que é a assadura?</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">As assaduras, também chamadas de dermatite da área das fraldas, são as erupções da pele na região que ficam em contato com as fraldas. Provoca uma sensação de queimação e muita coceira, além de vermelhidão na pele.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Ocorre em cerca de 50% dos lactentes (criança que ainda mama), com pico de incidência entre 6 e 12 meses. É muito comum em crianças menores de dois anos de idade, grupo que mais usa fraldas. Por outro lado, com as fraldas mais modernas, descartáveis, com géis superabsorventes, a incidência de dermatite das fraldas diminuiu muito.</span></p>
<h2><span style="font-size: 12pt;"><strong>Causas</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">Tudo que irrita a pele pode ser uma causa, como o contato com fezes e urina por tempo prolongado. Atrito e fricção da fralda ou da roupa com a pele – ou mesmo fraldas muito apertadas – também podem deixar a pele mais sensível. Com isso, a pele irritada fica mais propensa à infecção pelo fungo chamado cândida, que pode aparecer por conta das fezes. Esse fungo penetra na pele, causa coceira, ulcerações e ardor intenso, incomodando o bebê.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Pode haver também irritação por resíduos de sabonete ou de lenço umedecido e até mesmo pelos produtos de higiene da roupa, como amaciantes e sabões. Mudanças na alimentação do bebê, como a introdução de alimentos sólidos, podem levar a alterações na composição das fezes ou em sua frequência, o que também pode desencadear a dermatite das fraldas. O mesmo acontece com bebês que são amamentados. Isso porque, quando a criança é alimentada com leite materno, a composição das suas fezes depende do que a mãe come. Os alimentos ácidos podem alterar o pH e a consistência das fezes, o que pode levar a alterações das características físico-químicas das fezes e causar a assadura.</span></p>
<h2><span style="font-size: 12pt;"><strong>Como usar cremes e pomadas</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">Pomadas ou cremes contra assaduras são muito úteis para proteger a pele. A maior parte dos cremes e preparações contém óleo em água e muitas delas contêm óxido de zinco como reparador cutâneo, o que é bom para a pele da criança. Muitos produtos ainda trazem em sua formulação camomila, macela, aloe vera, substâncias com grande poder de proteção.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Para que essas pomadas façam efeito, é necessário aplicá-las com a pele do bebê limpa e seca, antes de cada troca de fraldas. A pomada cria uma barreira que protege a pele das agressões. Já os talcos não são adequados pelo risco de inalação das partículas – que podem ser irritantes para as vias respiratórias da criança.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">É bom lembrar que o uso de produtos dermatológicos com corticoide, com ação anti-inflamatória, ou o antibiótico, com ação antibacteriana, podem, com o uso desnecessário e em excesso, desencadear diversos efeitos colaterais sem resolução ou piora do quadro da dermatite.</span></p>
<h2><span style="font-size: 12pt;"><strong>Maneira correta de limpar o bebê</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">A limpeza da região das fraldas deve ser feita preferencialmente com água corrente e sabonete neutro, sem deixar nenhum resíduo de sabão. Devem ser evitados tratamentos caseiros e lenços umedecidos, que acabam deixando resíduos na pele, irritando-a. Deixe os lenços para ocasiões em que não é possível limpar a criança com algodão e água morna, por exemplo, em passeios.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Quantas vezes a fralda deve ser trocada?</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Sempre que estiver úmida com urina ou com fezes, a fralda deve ser trocada. Em condições normais, a troca de fraldas deve ser feita entre 8 e 10 vezes ao dia durante os primeiros meses de vida – à medida que a criança cresce, diminui a frequência. Já quando a criança apresenta assadura, as trocas devem ser feitas mais vezes e, se possível, deve-se deixar a criança sem fraldas em alguns momentos do dia.</span></p>
<h2><span style="font-size: 12pt;"><strong>Para evitar assaduras</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">Algumas estratégias simples ajudam a prevenir as assaduras: trocar fraldas frequentemente; lavar o bumbum do bebê com água como parte do processo de troca de fraldas e secar com uma toalha, sem esfregar e não deixar as fraldas apertadas demais. Além disso, é bom deixar o bebê um tempo sem fraldas.</span></p>
<h2><span style="font-size: 12pt;"><strong>Como tratar</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">Uma vez instalada a assadura, um dermatologista (ou pediatra) deve ser consultado a fim de avaliar a possibilidade de infecção por fungos ou por bactérias para que o tratamento correto seja prescrito.</span></p>
<h2><span style="font-size: 12pt;"><strong>A assadura pode ficar grave?</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">Em alguns casos, a assadura se complica com infecção por bactérias ou fungos. A área fica mais vermelha, coça, e o bebê fica mais irritado. Nesses casos, o dermatologista ou pediatra deve ser procurado para prescrever o tratamento, como com creme antifúngico ou antibiótico. Pomadas inadequadas também podem agravar o quadro, por isso, sempre consulte um médico.</span></p>
<h2><span style="font-size: 12pt;"><strong>Assadura em adultos</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 12pt;">Assaduras em adultos ocorrem frequentemente pelo atrito da pele com tecidos ou com a própria pele, particularmente em obesos, e por infecção por fungos (micoses). O tratamento é semelhante ao da criança, mas, nesse caso, o talco passa a ser útil, pois retira a umidade do local e evita micoses, uma vez que os fungos preferem regiões úmidas.</span></p>
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