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	<title>Dra. Carla Bortoloto</title>
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	<description>Dermatologia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 May 2026 12:34:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Esclarecendo mitos: bioestimuladores de colágeno e cirurgia plástica futura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[Rosto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, os preenchedores e bioestimuladores de colágeno conquistaram um espaço significativo no universo da dermatologia estética. Esses tratamentos, procurados principalmente por mulheres que buscam<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos últimos anos, os <strong>preenchedores e bioestimuladores de colágeno</strong> conquistaram um espaço significativo no universo da dermatologia estética.</p>



<p>Esses tratamentos, procurados principalmente por mulheres que buscam rejuvenescimento facial de forma natural, passaram a ser motivo de discussão e dúvidas, sobretudo sobre sua influência em possíveis cirurgias plásticas no futuro.</p>



<p>Surgem questões como: “Se fizer bioestimulador agora, estarei impedida de operar depois?”, “Pode haver complicações na cirurgia por conta desses produtos?” e “Devo alertar meu cirurgião a respeito?”. São perguntas pertinentes, pois demonstram um olhar atento à saúde, à segurança e à qualidade do tratamento de cada paciente.</p>



<p>O tema ganha ainda mais destaque entre quem valoriza resultados elegantes, percebe a importância da informação qualificada e busca <strong>integrar segurança, ética e desejos individualizados</strong> em sua jornada estética.</p>



<p>Pensando nessas dúvidas frequentes, este conteúdo esclarece os principais pontos sobre o uso de bioestimuladores e sua relação com possíveis cirurgias plásticas futuras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são os bioestimuladores de colágeno?</h2>



<p>Bioestimuladores são substâncias injetáveis empregadas para <strong>estimular a produção de colágeno</strong> na pele. Ao contrário dos preenchedores tradicionais, que apenas ocupam um espaço, eles promovem uma renovação gradual e natural da firmeza cutânea.</p>



<p>Entre as principais substâncias utilizadas estão a <strong>hidroxiapatita de cálcio</strong> e o <strong>ácido poli-L-láctico (PLLA)</strong>, ambos reconhecidos por entidades como a <a href="https://www.sbd.org.br/preenchedores-e-bioestimuladores-sao-destaques-do-segundo-dia-de-encontro/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia</a> (SBD) e <a href="https://www.fda.gov/medical-devices/aesthetic-cosmetic-devices/fda-approved-dermal-fillers" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Food and Drug Administration</a> (FDA) por sua segurança e eficácia.</p>



<p>Esses produtos são aplicados profundamente sob a pele e, em questão de semanas, desencadeiam um processo biológico em que o próprio organismo passa a produzir colágeno novo. O resultado é uma melhora progressiva da densidade, elasticidade e contorno facial, sem grandes volumes artificiais.</p>



<p id="leia"><strong>Acesse:</strong> <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/producao-de-colageno/">Como funciona a produção de colágeno</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Para quem são indicados?</h3>



<p>Indivíduos que se preocupam principalmente com <strong>flacidez, perda de contorno facial e rugas profundas</strong> são candidatos ideais ao tratamento. O procedimento é minimamente invasivo, feito em consultório e traz uma evolução perceptível ao longo dos meses.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O diferencial dos bioestimuladores</h4>



<p>Além de promoverem uma melhora gradual e natural, os bioestimuladores também podem contribuir para <strong>suavizar os sinais do envelhecimento ao longo do tempo</strong>. Por isso, são uma opção bastante procurada por quem deseja cuidar da pele de forma discreta, com resultados progressivos e sem exageros.</p>



<p id="leia"><strong>Entenda</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/mounjaro/">Como o uso de Mounjaro® e outros medicamentos similares interfere na firmeza e qualidade da pele</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Cirurgia plástica e bioestimuladores: é possível fazer os dois?</h2>



<p>Um dos receios mais comuns entre pacientes é quanto à <strong>possibilidade de</strong> <strong>complicações</strong> futuras caso decidam por uma cirurgia plástica facial após o uso prévio de bioestimuladores. Assim, é fundamental esclarecer que, quando bem indicados, esses produtos não costumam ser um obstáculo para procedimentos cirúrgicos posteriores.</p>



<p>Ao realizar uma avaliação minuciosa, cirurgiões plásticos e dermatologistas têm conhecimento sobre a atuação dos bioestimuladores e do plano da pele em que esses produtos ficam depositados. Portanto, a abordagem pode ser ajustada, caso haja necessidade.</p>



<p>Após o término do tempo de ação do bioestimulador (em média, 12 a 24 meses), a substância é absorvida completamente ou incorporada ao próprio tecido natural.</p>



<p id="leia"><strong>Leia também:</strong> <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/flacidez-entenda-as-causas-e-conheca-os-tratamentos/">Flacidez da pele pode ser resolvida no dermatologista</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">O que pode acontecer se você já tiver realizado bioestimuladores?</h3>



<p><a></a>Quando o tratamento é realizado com indicação adequada e acompanhamento médico, o risco de complicações tende a ser baixo. Além disso, <strong>respeitar o intervalo</strong> entre os procedimentos e informar todo o histórico estético ao profissional ajuda a tornar a condução do caso mais segura.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Casos de precaução em procedimentos específicos</h4>



<p>Há situações em que, caso a cirurgia seja realizada logo após a aplicação do bioestimulador, pode haver <strong>áreas mais fibrosadas ou maior vascularização</strong>. Isso, no entanto, é controlável e não representa um impeditivo absoluto. A experiência do cirurgião e o diálogo aberto com o dermatologista asseguram maior tranquilidade.</p>



<p id="leia"><strong>Confira:</strong> <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/os-6-rs-do-rejuvenescimento-facial/">Os 6 “R&#8217;s” do Rejuvenescimento Facial</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como informar seu histórico estético ao seu cirurgião</h2>



<p>A chave para a segurança está em <strong>compartilhar</strong> <strong>detalhadamente</strong> todos os tratamentos prévios com o médico responsável pela cirurgia plástica. Com essas informações, o cirurgião pode planejar o procedimento de modo mais assertivo, evitando possíveis surpresas intraoperatórias.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Por que comunicar todos os procedimentos anteriores?</h3>



<p>Mesmo quando realizados há meses ou anos, certos produtos podem deixar resíduos ou alterar temporariamente a estrutura dos tecidos. O profissional vai considerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o tipo e a quantidade da substância utilizada;</li>



<li>o local de aplicação;</li>



<li>o intervalo de tempo desde o último procedimento;</li>



<li>as possíveis reações anteriores ou sinais de complicações;</li>



<li>a indicação clínica do tratamento original.</li>
</ul>



<p>Esses dados são analisados conjuntamente e integrados ao exame físico, exames de imagem e à anamnese completa, fortalecendo a condução segura do caso.</p>



<p id="leia"><strong>Pode interessar:</strong> <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/conheca-os-procedimentos-esteticos-mais-procurados-e-veja-para-quem-sao-indicados/">Conheça os 5 procedimentos estéticos mais procurados e veja para quem são indicados</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">A importância do acompanhamento médico qualificado</h4>



<p>Priorizar dermatologistas e cirurgiões plásticos membros de associações reconhecidas, como a <a href="https://www2.cirurgiaplastica.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)</a>, é uma medida fundamental para reduzir riscos e otimizar resultados.</p>



<p><a></a>Em suma, buscar orientação profissional e expor todos os receios, expectativas e experiências anteriores ao seu dermatologista e cirurgião é o <strong>maior investimento em seu bem-estar e segurança</strong>. É assim que cultivamos não apenas beleza, mas saúde e tranquilidade em cada etapa desse caminho.</p>



<p id="leia"><strong>Acesse</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/massagem-facial/">A massagem facial pode ser uma aliada no combate à flacidez da pele do rosto?</a></p>



<p>Antes de ir, aproveite e acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/">blog Dra. Carla Bortoloto</a> e confira outras dicas de saúde, autocuidado e beleza.</p>
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		<title>Entenda o que acontece com seu cabelo durante a gravidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a gravidez, muitas mulheres observam mudanças notáveis em seu corpo devido às alterações hormonais, e o cabelo está entre as principais. O período gestacional desperta<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante a gravidez, muitas mulheres observam mudanças notáveis em seu corpo devido às alterações hormonais, e o cabelo está entre as principais. O período gestacional desperta dúvidas frequentes sobre <strong>como cuidar dos fios</strong>, quais alterações são consideradas normais e o que merece atenção especial.</p>



<p>O cabelo na gravidez pode ficar mais volumoso, brilhante e resistente, mas também é possível perceber mudanças na textura, no crescimento e, especialmente no pós-parto, a temida queda acentuada.</p>



<p>É natural que surjam preocupações quanto à estética e à saúde capilar, sobretudo entre gestantes que prezam pelo bem-estar integral. Por isso, o acompanhamento de um dermatologista durante essa fase é fundamental para orientar sobre hábitos seguros e evitar práticas inadequadas.</p>



<p>Este artigo apresenta esclarecimentos sobre o ciclo capilar na gestação e no pós-parto para que você transite por esse momento com mais tranquilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças hormonais e impacto no ciclo dos cabelos</h2>



<p>Durante a gestação, os <strong>hormônios</strong> desempenham um papel decisivo na saúde dos cabelos. De acordo com a <a href="https://www.sbd.org.br/cuidados-com-o-cabelo-durante-a-gravidez/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia</a> (SBD), o aumento dos níveis de estrogênio prolonga a fase de crescimento dos fios, fazendo com que muitos deles permaneçam saudáveis e menos propensos à queda.</p>



<p>Essa elevação hormonal resulta em cabelos mais densos, com aparência mais encorpada e menos quebra ao pentear ou lavar. Além disso, o <strong>brilho natural</strong> tende a se intensificar, proporcionando aquele aspecto que tantas gestantes relatam notar ao longo dos meses.</p>



<p>No entanto, é importante entender que essas mudanças são temporárias. Com a chegada do pós-parto, a <strong>queda hormonal é abrupta e influencia diretamente o ciclo dos fios</strong>.</p>



<p id="leia"><strong>Veja também:</strong> <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/cabelos-na-gravidez-e-no-pos-parto/">Cabelos no pós parto</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é esperado durante a gestação?</h3>



<p>O aumento do período de crescimento faz com que a maioria das gestantes perceba a redução da queda diária. Normalmente, uma pessoa perde cerca de 100 fios por dia, mas durante a gravidez esse número costuma diminuir.</p>



<p>Além disso, possíveis alterações na <strong>textura</strong> dos cabelos também são frequentes. Em alguns casos, fios que eram lisos podem se tornar levemente ondulados, ou vice-versa.</p>



<p>Também podem ocorrer mudanças na oleosidade do couro cabeludo, o que faz com que algumas mulheres percebam os fios mais equilibrados ou com comportamento diferente do habitual ao longo da gestação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Efeitos colaterais e cuidados básicos</h4>



<p>Com tantas alterações, surgem preocupações sobre o uso de <strong>produtos químicos</strong> e tratamentos capilares. De forma geral, especialmente no primeiro trimestre, recomenda-se evitar procedimentos químicos.</p>



<p>O ideal é optar por produtos seguros, preferencialmente indicados para gestantes, e evitar procedimentos como alisamentos químicos e tinturas com amônia.</p>



<p>Em situações específicas e sempre com orientação profissional, tonalizantes, hennas e colorações semipermanentes, sem amônia, podem ser considerados alternativas mais seguras, sobretudo após o segundo trimestre. Quando houver desejo de coloração, a <strong>avaliação individual é indispensável</strong> para definir a opção mais adequada.</p>



<p>Técnicas que evitam contato direto com o couro cabeludo tendem a ser mais adequadas em comparação com procedimentos feitos desde a raiz, contanto que haja liberação médica.</p>



<p>A orientação da SBD inclui hidratação regular, uso de shampoos suaves e evitar manipulação excessiva dos fios para <strong>preservar a integridade capilar</strong>.</p>



<p id="leia"><strong>Confira</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/tricologia/">Como a tricologia ajuda a recuperar a força do cabelo e quais cuidados seguir</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Queda de cabelo no pós-parto: por que acontece e como prevenir?</h2>



<p>É no período pós-parto que muitas mulheres se deparam com o chamado <strong>eflúvio telógeno</strong>, caracterizado por uma queda intensa de fios. Esse fenômeno, embora comum, causa preocupação e pode impactar a autoestima.</p>



<p>Conforme explica a <a href="https://sbdrs.org.br/entenda-os-principais-motivos-por-tras-da-queda-repentina-de-cabelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBD-RS</a>, a principal razão é a queda dos <strong>níveis hormonais</strong>, sobretudo do estrogênio, levando vários cabelos para a fase de queda simultaneamente, geralmente entre o segundo e o quarto mês após o parto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Eflúvio telógeno: quando se preocupar?</h3>



<p>Embora a queda seja fisiológica e temporária para a maioria das mulheres, algumas podem apresentar perda capilar mais significativa ou persistente. Se houver sinais como falhas visíveis, coceira intensa ou lesões no couro cabeludo, o ideal é buscar a avaliação de um dermatologista.</p>



<p>A investigação também é recomendada quando a queda permanece muito intensa por vários meses ou ultrapassa o período esperado de recuperação, uma vez que nesse contexto podem coexistir deficiências nutricionais, alterações hormonais ou outras causas associadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cuidados e hábitos recomendados no pós-parto</h4>



<p>Durante essa fase, pequenas mudanças no cotidiano podem ajudar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>priorizar uma alimentação rica em <strong>proteínas</strong>, ferro, zinco e vitaminas do complexo B;</li>



<li>manter a hidratação dos fios com máscaras nutritivas indicadas pelo especialista;</li>



<li>evitar procedimentos agressivos e manejo brusco dos cabelos;</li>



<li>utilizar produtos dermatologicamente testados, próprios para lactantes e gestantes;</li>



<li>realizar o acompanhamento periódico com um dermatologista para descartar deficiências nutricionais ou outras causas.</li>
</ul>



<p>Em alguns casos, a suplementação pode ser considerada no pós-parto, mas somente após avaliação individualizada, já que <strong>nem toda queda capilar está relacionada à carência de vitaminas ou minerais</strong>.</p>



<p>A maioria dos casos se resolve espontaneamente em até seis meses, mas o suporte médico é crucial para garantir saúde e tranquilidade.</p>



<p id="leia"><strong>Saiba mais:</strong> <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/queda-de-cabelo-no-pos-parto-o-que-fazer/">Queda de cabelo no pós-parto: o que fazer?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes sobre cabelo e gravidez</h2>



<p>Com a valorização crescente do autocuidado, é natural que surjam novas questões relacionadas a procedimentos, nutrição e produtos durante a gestação e após o parto. Entre as perguntas mais frequentes das pacientes estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>posso pintar o cabelo grávida?</li>



<li>shampoo antiqueda funciona nessa fase?</li>



<li>é seguro usar suplementação capilar ou vitaminas específicas?</li>



<li>quais sinais indicam que devo procurar o dermatologista com urgência?</li>



<li>posso fazer reflexos ou tonalizar os fios durante a gestação?</li>



<li>usei química no cabelo antes de descobrir a gravidez: devo me preocupar?</li>
</ul>



<p>A resposta para muitas dessas dúvidas <strong>depende da avaliação individual</strong>. Embora certos ativos sejam contraindicados, outros podem ser liberados dependendo da fase da gestação e das condições de saúde da paciente.</p>



<p>A recomendação é priorizar, sempre, consultas periódicas e evitar a automedicação. Um acompanhamento profissional protege a gestante de riscos desnecessários e orienta escolhas personalizadas para um cuidado de excelência.</p>



<p>Quando algum procedimento químico foi realizado antes da descoberta da gravidez, a orientação é não entrar em pânico. Nesses casos, o mais importante é informar o obstetra e o dermatologista para acompanhamento adequado, sem recorrer a medidas improvisadas ou automedicação.</p>



<p id="leia"><strong>Saiba mais:</strong> <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/5-tratamentos-de-beleza-para-evitar-na-gravidez/">5 tratamentos de beleza para evitar na gravidez</a></p>



<p>Manter-se informada ajuda a lidar com cada etapa com elegância e confiança, privilegiando a saúde como prioridade. <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/contato/">Fale conosco</a>!</p>



<p>Antes de ir, acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/">blog Dra. Carla Bortoloto</a> e confira outras dicas de saúde, autocuidado e beleza.</p>
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		<title>Queda de cabelo após alisamento: o formol pode ser a causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O formol pode, sim, ter relação com queda de cabelo, quebra dos fios e outros danos importantes à saúde. Embora muita gente ainda associe o produto<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/formol-alisantes-queda-de-cabelo/">Queda de cabelo após alisamento: o formol pode ser a causa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://dracarlabortoloto.com.br">Dra. Carla Bortoloto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O formol pode, sim, ter relação com queda de cabelo, quebra dos fios e outros danos importantes à saúde. Embora muita gente ainda associe o produto apenas ao efeito de alisamento, a verdade é que, quando usado de forma irregular ou em concentrações inadequadas, os riscos vão muito além da estética.</p>
<p>Ao longo dos anos, o alisamento capilar se popularizou no Brasil, principalmente com a escova progressiva. No entanto, conforme alertam a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso indevido do formol em procedimentos capilares pode provocar danos sérios à saúde.</p>
<p>Por isso, entender essa relação é essencial para quem quer cuidar da beleza sem comprometer a saúde.</p>
<h2>Afinal, o formol pode causar queda de cabelo?</h2>
<p>Sim, pode. A queda de cabelo associada ao formol pode acontecer de forma imediata, em tufos, quando há exposição a concentrações elevadas, ou de maneira gradual, o que muitas vezes dificulta a identificação da causa logo no início.</p>
<p>Além disso, segundo a <a href="https://www.sbd.org.br/questao-de-saude-publica-dermatologistas-alertam-para-os-riscos-do-uso-do-formol-em-procedimentos-esteticos-no-cabelo/" target="_blank" rel="noopener">SBD</a>, o contato com produtos que contenham formol ou substâncias que possam liberá-lo pode causar quebra da fibra capilar, ressecamento intenso e enfraquecimento dos fios.</p>
<p>Ou seja, em muitos casos, a pessoa percebe primeiro que o cabelo está quebrando mais, perdendo resistência e ficando opaco. Depois, começa a notar a redução de volume.</p>
<p>Conforme explica a <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/formol-nao-pode-ser-utilizado-em-alisantes-de-cabelos" target="_blank" rel="noopener">Anvisa</a>, o formol não pode ser utilizado como alisante capilar no Brasil. A legislação permite apenas concentração de até 0,2% em cosméticos, com função conservante, e não para alisar os cabelos.</p>
<p>Portanto, quando ele aparece como ativo principal do procedimento, o uso é irregular e representa um risco.</p>
<h2>Por que os alisantes podem enfraquecer os fios?</h2>
<p>Nem todo alisante causa danos graves, mas qualquer processo químico altera a estrutura do fio. Por isso, quando o produto é inadequado, incompatível com outras químicas ou aplicado de forma errada, o cabelo pode sofrer bastante.</p>
<p>Isso acontece porque o alisamento mexe diretamente na estrutura capilar. Como resultado, os fios podem perder água, massa e elasticidade. Dessa forma, ficam mais vulneráveis à quebra e ao afinamento. Entre os principais problemas estão:</p>
<ul>
<li>quebra da haste capilar;</li>
<li>enfraquecimento da fibra;</li>
<li>ressecamento intenso;</li>
<li>sensibilidade no couro cabeludo;</li>
<li>queda relacionada à agressão química.</li>
</ul>
<p>Além disso, a SBD lembra que alguns salões usam nomes atrativos, como escova marroquina, inteligente, egípcia, selagem ou “botox” capilar, para mascarar fórmulas irregulares. Por isso, o nome do procedimento não garante segurança. O que importa, de fato, é a composição do produto e seu registro na Anvisa.</p>
<h3>Nem toda queda é pela raiz, às vezes, é quebra</h3>
<p>Muitas pessoas dizem que o cabelo está “caindo”, quando, na verdade, ele está quebrando no comprimento. Isso é comum após alisamentos agressivos, principalmente quando há uso de calor intenso, como secador e chapinha, junto de ativos inadequados.</p>
<p>A quebra acontece porque a haste capilar perde resistência. Nesse cenário, o fio parte no meio ou nas pontas, dando a sensação de queda mais intensa. Já a queda verdadeira envolve a saída do fio pela raiz, o que pode indicar inflamação do couro cabeludo, dermatite, reação química ou até quadros de <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/o-que-e-alopecia/">alopecia</a> desencadeados ou agravados pelo procedimento.</p>
<h3>Outros problemas que podem surgir com o alisamento de cabelo</h3>
<p>A relação entre formol, alisantes e saúde não se limita ao cabelo. Segundo a <a href="https://www.sbd.org.br/mm/cms/2019/12/27/guiacuidadosformol-2.pdf" target="_blank" rel="noopener">cartilha da SBD sobre os riscos do formol</a>, o contato com essas substâncias pode provocar sintomas na pele, nos olhos e nas vias respiratórias.</p>
<p>Além disso, pode ocorrer alopecia de tração. Embora ela não seja causada diretamente pelo formol, pode aparecer em pessoas que, após alisar os fios, passam a prender o cabelo com muita tensão ou insistem em penteados apertados em fios já fragilizados. Nesse contexto, o dano químico e a tração mecânica podem se somar.</p>
<p class="leia">Saiba mais: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/formol-cabelos-saude/">Riscos do formol vão além da possível queda dos fios de cabelo</a></p>
<h2>Como identificar sinais de alerta antes que o problema piore?</h2>
<p>Nem sempre o dano aparece no mesmo dia. Ainda assim, alguns sinais pedem atenção rápida. Conforme orientam a SBD e a Anvisa, é importante suspender imediatamente o uso do produto ao perceber sintomas incomuns.</p>
<p>Além disso, grávidas, mulheres que amamentam e crianças não devem se expor a esse tipo de risco.</p>
<p class="leia">Confira também: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/crianca-pode-pintar-e-alisar-o-cabelo/">Com quantos anos pode pintar o cabelo? Confira informações sobre produtos capilares em crianças</a></p>
<h3>O que fazer em caso de queda de cabelo por formol?</h3>
<p>O primeiro passo é interromper novos procedimentos químicos. Em seguida, o ideal é procurar avaliação médica, de preferência com dermatologista, pois o tratamento vai depender do tipo de dano: quebra, queda por inflamação, <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/por-que-a-dermatite-seborreica-piora-no-inverno/">dermatite</a> ou agressão ao couro cabeludo.</p>
<p>Em alguns casos, o especialista pode indicar abordagens para estimular a recuperação capilar, como terapias de bioestimulação, uso de ativos específicos e suplementação quando houver necessidade clínica.</p>
<p class="leia">Entenda: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/tricologia/">Como a tricologia ajuda a recuperar a força do cabelo e quais cuidados seguir</a></p>
<h3>Alisantes de cabelo seguros sem formol</h3>
<p>Existem substâncias permitidas para alisamento capilar, desde que usadas corretamente e em produtos regularizados. Entre elas estão ácido tioglicólico e alguns hidróxidos, sempre com indicação adequada para cada tipo de cabelo.</p>
<p>Por isso, antes de fazer qualquer alisamento:</p>
<ul>
<li>verifique se o produto tem registro na Anvisa;</li>
<li>confira rótulo, validade e modo de uso;</li>
<li>desconfie de promessas milagrosas;</li>
<li>evite procedimentos com cheiro muito forte;</li>
<li>converse com um profissional responsável e, se necessário, com um dermatologista.</li>
</ul>
<p>Segundo a SBD e a Anvisa, o mais importante é priorizar produtos regularizados e não normalizar sintomas como ardência, fumaça, cheiro forte ou irritação durante o alisamento. Afinal, cabelo bonito não deve custar a saúde.</p>
<p>Antes de ir, acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/">blog Dra. Carla Bortoloto</a> e confira outras dicas de saúde, autocuidado e beleza.</p>
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		<title>Como cuidar da psoríase no rosto sem irritar ainda mais a pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psoríase]]></category>
		<category><![CDATA[pele sensível]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p> A psoríase no rosto exige uma <strong>rotina de cuidados muito mais delicada</strong> do que parece à primeira vista. Afinal, como a pele facial já é naturalmente mais sensível, a presença de placas secas, descamação, vermelhidão e desconforto torna ainda mais importante respeitar a ordem dos produtos no dia a dia.</p>



<p>De acordo com a National Psoriasis Foundation, a psoríase facial é considerada uma área de alto impacto, justamente porque fica muito visível e pode afetar a qualidade de vida, a autoestima e até a forma como a pessoa se relaciona socialmente.</p>



<p>Já a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) reforça que a psoríase é uma doença crônica, cíclica e não contagiosa, com sintomas que podem melhorar e voltar ao longo do tempo. Por isso, mais do que esconder as lesões, o cuidado diário precisa ajudar a <strong>tratar, proteger e reduzir crises.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a psoríase no rosto e por que essa região precisa de atenção extra</h2>



<p>A psoríase no rosto é uma manifestação da doença em uma das áreas mais sensíveis do corpo. Segundo a <a href="https://www.psoriasis.org/psoriasis-on-the-face/#overview" target="_blank" rel="noreferrer noopener">National Psoriasis Foundation</a>, ela pode surgir na testa, sobrancelhas, pálpebras, bochechas, região ao redor da boca e até nas orelhas. Além disso, muitas pessoas que têm psoríase facial também apresentam psoríase no couro cabeludo.</p>



<p>As placas costumam aparecer como <strong>áreas elevadas, inflamadas e descamativas</strong>. A <a href="https://www.sbd.org.br/doencas/psoriase/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBD</a> ainda complementa que a doença pode causar coceira, queimação, dor, <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/pele-ressecada/">ressecamento</a> e até fissuras.</p>



<p>Justamente por isso, a pele com psoríase no rosto fica mais fragilizada. Ou seja, qualquer excesso, seja de produto, de atrito ou de maquiagem mal aplicada, pode aumentar o desconforto e piorar a sensibilidade local.</p>



<p class="leia" id="leia">Saiba mais: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/guia-da-psoriase-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-doenca/">Guia da psoríase: tudo o que você precisa saber sobre a doença</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a ordem dos produtos para a pele faz diferença na rotina</h2>



<p>Quando a pele está sensibilizada, não basta apenas usar bons produtos. A sequência também importa. Isso acontece porque <strong>cada etapa tem uma função diferente.</strong> De forma geral:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a <strong>pomada </strong>deve ser aplicada primeiro para agir diretamente sobre a lesão e tratar a área afetada;</li>



<li>o <strong>hidratante </strong>vem em seguida para ajudar a manter a umidade e reforçar a barreira da pele;</li>



<li>a <strong>base (maquiagem)</strong>, quando usada, entra por último para uniformizar a aparência sem atrapalhar o cuidado anterior.</li>
</ul>



<p>Essa lógica faz sentido porque, se a maquiagem for aplicada antes, ela pode criar uma barreira que dificulta a ação do tratamento tópico. Da mesma forma, se o hidratante vier antes da pomada sem orientação do dermatologista, pode interferir na forma como o medicamento entra em contato com a pele.</p>



<p>A pele do rosto deve ser tratada com muito cuidado, já que é bastante <strong>sensível </strong>e mais suscetível a efeitos indesejados. Portanto, manter a ordem correta ajuda não só na estética, mas também na eficácia da rotina.</p>



<p class="leia">Confira: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/rotina-de-skincare/">4 passos para começar uma rotina de skincare eficiente</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Como usar maquiagem sem agredir a pele com psoríase</h3>



<p>Quem convive com a psoríase no rosto muitas vezes busca na maquiagem uma forma de suavizar a aparência das lesões e se sentir mais confortável no dia a dia. E isso faz sentido.</p>



<p>Afinal, quando a doença atinge regiões visíveis, como testa, sobrancelhas, pálpebras e até os lábios, a <strong>maquiagem pode funcionar como uma aliada</strong>, desde que seja usada com cuidado. Então, na hora de maquiar:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>prefira maquiagem líquida em vez de produtos em pó, que podem ressecar mais e evidenciar a descamação;</li>



<li>escolha fórmulas sem perfume e hipoalergênicas, com menor chance de irritar a pele;</li>



<li>use pincel sintético, que costuma ser mais suave do que os dedos ou a esponja nas áreas afetadas;</li>



<li>opte por uma cobertura leve, porque maquiagem carregada pode destacar ainda mais as placas;</li>



<li>evite produtos com brilho ou glitter, já que eles podem irritar a pele sensível.</li>
</ol>



<p>Outro ponto importante é <strong>observar como a sua pele reage.</strong> O que funciona bem para uma pessoa pode irritar outra. Por isso, testar primeiro em uma pequena área sem lesão pode ser uma boa estratégia. E, se algum produto causar ardor, coceira, queimação ou desconforto, o uso deve ser interrompido.</p>



<p id="leia">Conheça: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dermomake/">Maquiagem que trata a pele? Conheça o termo Dermomake e confira 5 dicas para escolher bons produtos</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados diários para reduzir crises e proteger a pele</h2>



<p>A rotina com psoríase no rosto precisa ser constante, especialmente nos períodos em que a pele parece “melhor”. Isso porque, como explica a SBD, a doença é cíclica: os sintomas podem desaparecer e reaparecer periodicamente.</p>



<p>Se a psoríase no rosto estiver piorando, causando dor, ardor intenso, fissuras, dificuldade para usar produtos básicos ou grande impacto emocional, o ideal é procurar um dermatologista. Quanto mais precoce for o diagnóstico e o tratamento, <strong>menores são os riscos de impacto na qualidade de vida.</strong></p>



<p>E se não houver melhora após alguns meses de tratamento, vale conversar com o especialista sobre ajustes na estratégia. Afinal, com o cuidado certo, é possível controlar os sintomas, proteger a pele e viver com muito mais conforto e confiança.</p>



<p>Antes de ir, acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/">blog Dra. Carla Bortoloto</a> e confira outras dicas de saúde, autocuidado e beleza.</p>



<p></p>
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		<title>Tudo o que você precisa saber sobre calvície feminina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A calvície feminina ainda gera muitas dúvidas e, por isso, costuma ser identificada tardiamente. Embora seja mais associada aos homens, a queda de cabelo também afeta<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A calvície feminina ainda gera muitas dúvidas e, por isso, costuma ser identificada tardiamente. Embora seja mais associada aos homens, a queda de cabelo também afeta <strong>mulheres de diferentes idades</strong> e pode impactar diretamente a autoestima, a confiança e a qualidade de vida.</p>



<p>Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, <strong>nem toda queda intensa significa calvície</strong>. No entanto, quando o afinamento dos fios se torna progressivo e contínuo, é fundamental investigar as causas e iniciar o tratamento o quanto antes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é calvície feminina?</h2>



<p>Também chamada de alopecia, a calvície feminina é uma condição caracterizada pela <strong>redução da densidade capilar</strong>, causada principalmente pelo afinamento progressivo dos fios.</p>



<p>Segundo a <a href="https://www.sbd.org.br/alopecia-androgenetica-sociedade-brasileira-de-dermatologia-alerta-sobre-a-doenca-e-opcoes-de-tratamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia</a> (SBD), trata-se de um processo geneticamente determinado, que pode ser influenciado por fatores hormonais, imunológicos e ambientais.</p>



<p>Diferentemente da calvície masculina, que costuma formar entradas e áreas totalmente sem cabelo, <strong>nas mulheres o padrão é mais difuso</strong>. Ou seja, o couro cabeludo fica mais visível, especialmente na região central e no topo da cabeça, sem perda total dos fios.</p>



<p id="leia"><strong>Saiba mais</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/o-que-e-alopecia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tudo sobre alopecia: o que é, diferentes tipos e como evitar a queda e a calvície</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Principais causas da calvície feminina</h3>



<p>De acordo com o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/marco/alopecia-entenda-mais-sobre-condicao-que-tambem-pode-afetar-as-mulheres" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a>, a calvície pode ter <strong>diferentes origens</strong>, o que reforça a importância do diagnóstico correto. Entre as causas mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>predisposição genética;</li>



<li>alterações hormonais (<a href="https://dracarlabortoloto.com.br/pele-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">menopausa</a> e <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/queda-cabelo-pos-parto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pós-parto</a>, por exemplo);</li>



<li>deficiências nutricionais;</li>



<li><a href="https://dracarlabortoloto.com.br/efeitos-do-estresse-na-pele-e-cabelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estresse físico ou emocional intenso</a>;</li>



<li>uso de medicamentos.</li>
</ul>



<p>Além disso, situações como cirurgias, infecções e quimioterapia podem provocar quedas temporárias, que costumam se reverter após o controle da causa.</p>



<p id="leia"><strong>Aprofunde no assunto</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/o-que-pode-causar-queda-de-cabelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que pode causar queda de cabelo? Conheça as principais causas e como cuidar da saúde dos fios</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Como identificar os primeiros sinais?</h3>



<p>A queda diária de fios é natural. Em média, uma pessoa pode perder de 50 a 100 fios por dia sem que isso represente calvície. <strong>O alerta surge quando esse padrão muda</strong>. Segundo a <a href="https://sbdrj.org.br/vamos-falar-sobre-a-calvicie-feminina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Rio de Janeiro</a> (SBDRJ), os principais sinais da calvície feminina incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>diminuição do volume capilar;</li>



<li>fios cada vez mais finos;</li>



<li>couro cabeludo mais aparente;</li>



<li>alargamento da risca do cabelo;</li>



<li>dificuldade de crescimento dos fios.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p>O diagnóstico é realizado pelo médico dermatologista durante a consulta clínica. Conforme destaca a SBDRJ, muitos casos iniciais só são identificados com o auxílio do dermatoscópio, <strong>equipamento que amplia a imagem do couro cabeludo</strong> e permite observar o afinamento dos fios.</p>



<p>Em alguns casos, exames laboratoriais auxiliam na investigação de alterações hormonais, metabólicas ou deficiências nutricionais que possam estar associadas à queda.</p>



<p id="leia"><strong>Confira também</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/tricologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como a tricologia ajuda a recuperar a força do cabelo e quais cuidados seguir</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamentos para calvície feminina</h2>



<p>O objetivo do tratamento é interromper a progressão da queda e, sempre que possível, estimular o fortalecimento e o crescimento dos fios. Segundo a SBD, os tratamentos evoluíram significativamente nos últimos anos.</p>



<p>A escolha da abordagem depende de vários fatores, como idade, causa da queda, estágio da alopecia, histórico e resposta individual ao tratamento. Mas, de maneira geral, as opções mais atuais podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>medicações tópicas de uso contínuo</strong>, que atuam principalmente no estímulo do crescimento e na melhora da circulação local;</li>



<li><strong>medicamentos orais</strong>, considerados primeira linha em muitos casos. Podem incluir também suplementos e fórmulas específicas manipuladas;</li>



<li><strong>procedimentos médicos complementares</strong>, como microagulhamento e laser capilar. Realizados apenas em consultório e geralmente junto a outros tratamentos;</li>



<li><strong>terapias injetáveis em situações específicas</strong>, como a intradermoterapia capilar, por exemplo. As microinjeções podem incluir vitaminas, minerais e outros medicamentos específicos.</li>
</ul>



<p>Em casos avançados, quando a resposta aos tratamentos clínicos é limitada, o transplante capilar pode ser avaliado como alternativa estética.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível prevenir?</h2>



<p>Por se tratar, muitas vezes, de uma condição genética, <strong>a calvície feminina não pode ser totalmente evitada</strong>. No entanto, manter uma alimentação saudável, evitar automedicação, controlar o estresse e usar apenas produtos adequados ao couro cabeludo ajudam a minimizar a progressão.</p>



<p>De acordo com o Ministério da Saúde, produtos milagrosos e tratamentos sem orientação médica podem agravar o problema e causar efeitos adversos.</p>



<p>Por isso, sempre que houver queda intensa, afinamento progressivo ou mudanças visíveis no couro cabeludo, o ideal é procurar um dermatologista. Afinal, o diagnóstico precoce faz toda a diferença na resposta ao tratamento.</p>



<p>Com acompanhamento adequado, é possível controlar a calvície feminina, preservar os fios existentes e <strong>recuperar a saúde capilar ao longo do tempo</strong>.</p>



<p>Gostou desse conteúdo? Acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">blog Dra. Carla Bortolotto</a> e confira outras dicas de saúde, autocuidado e beleza.</p>
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		<item>
		<title>Como o uso de Mounjaro® e outros medicamentos similares interfere na firmeza e qualidade da pele</title>
		<link>https://dracarlabortoloto.com.br/mounjaro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados com a pele]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A perda de peso rápida tem se tornado cada vez mais comum com o uso de medicamentos como o Mounjaro® (Tirzepatida), Ozempic® (Semaglutida) e similares, principalmente<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A perda de peso rápida tem se tornado cada vez mais comum com o uso de medicamentos como o Mounjaro® (Tirzepatida), Ozempic® (Semaglutida) e similares, principalmente entre mulheres que buscam <strong>resultados mais imediatos</strong>.</p>



<p>No entanto, além da redução de medidas, logo nas primeiras semanas muitas percebem mudanças importantes na pele. E nem todas são positivas.</p>



<p>Embora o emagrecimento possa trazer benefícios metabólicos, quando ocorre de forma acelerada, impõe desafios à saúde como um todo. Por isso, entender esses sinais é essencial para <strong>preservar saúde, autoestima e bem-estar</strong> ao longo do processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Emagrecimento rápido: o corpo muda antes da pele acompanhar</h2>



<p>Quando o peso diminui em pouco tempo, principalmente com o uso de canetas emagrecedoras, o volume de gordura corporal cai rapidamente. No entanto, <strong>a pele não consegue se retrair na mesma velocidade</strong>.</p>



<p>Segundo a <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK603752/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">National Library of Medicine</a> (NIH), perdas superiores a 10% do peso corporal em um curto prazo podem gerar impactos estruturais importantes, incluindo alterações na pele, músculos e tecido conjuntivo.</p>



<p>Além disso, de acordo com o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/promocao-da-saude/programa-peso-saudavel" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a>, o tratamento da obesidade deve ser contínuo e baseado em mudanças de comportamento, justamente para <strong>evitar efeitos adversos</strong> associados ao <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/criolipolise-e-opcao-contra-gorduras-mas-nao-ajuda-a-emagrecer/">emagrecimento</a> abrupto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Flacidez cutânea</h3>



<p>A flacidez é uma das principais queixas femininas após o emagrecimento acelerado. Ela ocorre porque as fibras responsáveis pela sustentação da pele não conseguem se reorganizar no mesmo ritmo da perda de gordura.</p>



<p>Segundo o NIH, cerca de 3% a 4% da <strong>massa magra pode ser perdida</strong> em processos de emagrecimento rápido, o que compromete ainda mais o suporte da pele.</p>



<p>Como resultado, regiões como <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/flacidez-na-barriga/">abdômen</a>, braços, coxas, mamas e rosto costumam apresentar maior flacidez, indo além do impacto visual e afetando conforto, mobilidade e autoestima.</p>



<p id="leia"><strong>Saiba mais</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/flacidez-no-rosto/">Tudo o que você precisa saber sobre flacidez no rosto e 6 dicas para prevenir</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Alterações no colágeno e na elastina</h4>



<p>O colágeno e a elastina são <strong>proteínas fundamentais para firmeza, elasticidade e viço da pele</strong>. No entanto, o emagrecimento acelerado pode interferir diretamente nesse equilíbrio.</p>



<p>Conforme explica a <a href="https://abeso.org.br/efeito-sanfona-os-riscos-a-saude-e-como-evitar-o-perde-e-ganha-de-peso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade</a> (Abeso), ciclos de perda rápida de peso favorecem processos inflamatórios e hormonais que reduzem a qualidade dessas fibras.</p>



<p>Além disso, fatores comuns durante o uso de medicamentos como o Mounjaro®, como <strong>menor ingestão calórica, déficit de proteínas e desidratação</strong>, podem intensificar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>afinamento da pele;</li>



<li>aparência opaca e sem viço;</li>



<li><a href="https://dracarlabortoloto.com.br/envelhecimento-da-pele-e-um-processo-natural/">envelhecimento precoce</a>;</li>



<li>maior dificuldade de retração cutânea.</li>
</ul>



<p>Por isso, o cuidado com a pele deve caminhar sempre junto com o emagrecimento.</p>



<p id="leia"><strong>Entenda</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/pele-do-pescoco/">A pele do pescoço está flácida e isto te incomoda? Veja aqui 9 dicas de cuidados</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel das canetas emagrecedoras nesse cenário</h2>



<p>Segundo a <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/novos-medicamentos-e-indicacoes/mounjaro-r-tirzepatida-nova-indicacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Nacional de Vigilância Sanitária</a> (Anvisa), o Mounjaro® passou a ser indicado também para o controle crônico do peso, mas sempre associado à dieta de baixa caloria e atividade física.</p>



<p>Apesar de sua eficácia, com estudos demonstrando perdas acima de 15% do peso corporal, a própria agência reforça que existem <strong>riscos associados</strong>, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://dracarlabortoloto.com.br/novidades-no-tratamento-de-queda-de-cabelo/">queda de cabelo</a>;</li>



<li>alterações gastrointestinais;</li>



<li>desidratação;</li>



<li>possíveis impactos na pele e tecidos.</li>
</ul>



<p>Ou seja, <strong>os resultados são reais, mas exigem acompanhamento médico</strong> e estratégias complementares para minimizar os efeitos colaterais.</p>



<p id="leia"><strong>Confira</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/rotina-de-skincare/">4 passos para começar uma rotina de skincare eficiente</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir os impactos do emagrecimento rápido na pele</h2>



<p>Alguns cuidados podem ajudar significativamente durante o processo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>manter ingestão adequada de proteínas;</li>



<li>hidratar-se corretamente;</li>



<li>praticar treino de força para preservar massa muscular;</li>



<li>evitar dietas extremamente restritivas;</li>



<li>fazer acompanhamento multiprofissional.</li>
</ul>



<p>Como complementa o <a href="https://jornal.usp.br/atualidades/emagrecer-nao-envolve-apenas-ingestao-alimentar-mas-fatores-socioculturais-e-ambientais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal da USP</a>, emagrecer não envolve apenas alimentação, mas fatores emocionais, sociais e comportamentais. Então, ignorar isso pode gerar consequências físicas e psicológicas.</p>



<p>Em suma, mais do que buscar resultados imediatos, <strong>o caminho mais seguro é o equilíbrio</strong>: emagrecer com acompanhamento, respeitando o tempo do corpo e cuidando inclusive da pele como parte essencial desse processo.</p>



<p>Acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/">blog Dra. Carla Bortolotto</a> e confira outras dicas de saúde, autocuidado e beleza.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estresse e doenças de pele estão diretamente conectados</title>
		<link>https://dracarlabortoloto.com.br/estresse-e-doencas-de-pele-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[doenças de pele]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[estresse emocional]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação da pele]]></category>
		<category><![CDATA[pele inflamada]]></category>
		<category><![CDATA[psicodermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da pele]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A relação entre estresse e doenças de pele vai muito além da impressão de que “tudo é emocional”. Logo nos primeiros sinais de tensão, o corpo reage e a pele costuma ser uma das primeiras a demonstrar esse desequilíbrio.</p>



<p>Não é coincidência que crises de coceira, manchas, vermelhidão ou descamação apareçam justamente em fases de <strong>maior pressão emocional</strong>.</p>



<p>Embora o diagnóstico e o tratamento dermatológico sejam indispensáveis, o fator emocional pode atuar como gatilho ou agravante de diversas doenças inflamatórias da pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que o estresse afeta tanto a pele?</h3>



<p>A pele e o sistema nervoso têm uma ligação profunda desde a formação do embrião. Ambos se originam da mesma camada germinativa, o que explica por que <strong>emoções intensas podem provocar respostas físicas visíveis</strong>.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.sbd.org.br/especialistas-dizem-que-estresse-causa-doenca-de-pele-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia</a> (SBD), situações de estresse, ansiedade e depressão interferem diretamente no sistema imunológico. Esse desequilíbrio estimula processos inflamatórios que favorecem o surgimento ou a piora de doenças cutâneas.</p>



<p>Além disso, em momentos de estresse prolongado, o organismo libera cortisol em excesso, que, quando elevado por longos períodos, pode:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumentar inflamações na pele;</li>



<li>reduzir a capacidade de regeneração cutânea;</li>



<li>intensificar <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/coceira-no-rosto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coceiras</a> e <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/causas-de-bolinhas-no-corpo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vermelhidão</a>;</li>



<li>agravar doenças já existentes.</li>
</ul>



<p>Ou seja, o estresse não cria a doença sozinho, mas pode <strong>acelerar crises</strong> e dificultar o controle dos sintomas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas comuns quando o estresse está envolvido</h3>



<p>Nem sempre o paciente percebe que o emocional está atuando como agravante. Alguns sinais costumam aparecer juntos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>coceira intensa sem causa aparente;</li>



<li>vermelhidão recorrente;</li>



<li>ardência ou sensação de queimação;</li>



<li>lesões que pioram em períodos de ansiedade;</li>



<li>dificuldade de controle mesmo com tratamento.</li>
</ul>



<p>Esses sintomas não substituem o diagnóstico médico, mas servem como alerta de que o emocional pode estar influenciando o quadro.</p>



<p id="leia"><strong>Saiba mais</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/saude-mental-e-pele-entenda-quais-as-possiveis-consequencias-dessa-relacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saúde mental e pele: entenda quais as possíveis consequências dessa relação</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Doenças inflamatórias da pele mais associadas ao estresse</h3>



<p>Praticamente qualquer condição dermatológica pode sofrer influência emocional. No entanto, algumas são especialmente sensíveis a esse fator. Entre as mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://dracarlabortoloto.com.br/o-que-e-dermatite-atopica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dermatite atópica</a>;</li>



<li>psoríase;</li>



<li>urticária;</li>



<li>vitiligo;</li>



<li>acne e <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/causas-prevencao-crises-de-rosacea/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rosácea</a>.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Dermatite atópica</h4>



<p>Caracteriza-se por sintomas como lesões avermelhadas, ressecamento e coceira intensa. Entre os gatilhos frequentes das crises, é possível citar estresse emocional, noites mal dormidas e ansiedade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Psoríase</h4>



<p>Doença inflamatória crônica que pode ser agravada por tensão emocional, consumo de álcool e privação de sol. A <a href="https://www.sbd.org.br/estresse-tensao-ansiedade-e-falta-de-sol-podem-agravar-quadros-de-psoriase/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBD</a> destaca o estresse como um dos principais fatores de piora.</p>



<p><strong>Entenda</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/psoriase-atividade-fisica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Psoríase e atividade física: descubra o que é verdade ou não nessa relação</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Urticária</h4>



<p>Apesar de não ter origem exclusivamente emocional, o estresse pode intensificar coceiras, placas e recorrência das lesões.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vitiligo</h4>



<p>Em pessoas geneticamente predispostas, eventos emocionais marcantes podem desencadear o aparecimento ou a progressão das manchas.</p>



<p id="leia"><strong>Saiba mais</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/fatos-sobre-o-vitiligo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">4 fatos sobre o vitiligo que você precisa saber</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Acne e rosácea</h4>



<p>Muito sensíveis às oscilações hormonais ligadas ao estresse, principalmente em períodos prolongados de ansiedade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A conexão mente–pele</h4>



<p>Segundo a <a href="https://www.skincancer.org/pt/blog/the-mind-skin-stress-connection/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Skin Cancer Foundation</a>, existe uma <strong>relação bidirecional entre pele e estado emocional</strong>. Ou seja, a mente influencia a pele, e a pele também afeta a autoestima e o bem-estar psicológico.</p>



<p>Quando a aparência da pele muda, sentimentos como insegurança, vergonha e isolamento social podem surgir. Isso aumenta ainda mais o estresse, criando um <strong>ciclo vicioso difícil de romper</strong> sem acompanhamento adequado.</p>



<p>Esse campo de estudo é conhecido como psicodermatologia, que une dermatologia e saúde mental para tratar o paciente de forma integral e não apenas a lesão visível.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tratamento</h4>



<p>O tratamento das doenças inflamatórias deve sempre ser <strong>orientado por um dermatologista</strong>, pois ele poderá recomendar pomadas, medicamentos orais, <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/fototerapia-pele-cuidado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fototerapia</a> ou até mesmo imunobiológicos, dependendo da gravidade.</p>



<p>No entanto, conforme explica a SBD, os melhores resultados costumam aparecer quando o cuidado com a saúde emocional faz parte do plano terapêutico. Isso pode incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>psicoterapia ou apoio psicológico;</li>



<li>práticas de relaxamento e meditação;</li>



<li>atividade física regular;</li>



<li>sono de qualidade;</li>



<li><a href="https://dracarlabortoloto.com.br/rotina-de-skincare/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rotina consistente de cuidados com a pele</a>.</li>
</ul>



<p>Essas medidas não substituem o tratamento médico, mas ajudam a <strong>reduzir gatilhos emocionais</strong> que mantêm o processo inflamatório ativo.</p>



<p>A pele não adoece apenas por fatores externos; ela também reflete o que acontece internamente. Por isso, <strong>tratar doenças inflamatórias exige um olhar mais amplo</strong>: cuidar da pele, sim, mas também do equilíbrio emocional, da rotina e da qualidade de vida.</p>



<p>Acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">blog Dra. Carla Bortolotto</a> e confira outras dicas de saúde, autocuidado e beleza.</p>
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		<title>O que são lesões de pele benignas e por que algumas merecem atenção?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[Dermatite]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pele]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[lesões de pele benignas]]></category>
		<category><![CDATA[melanoma]]></category>
		<category><![CDATA[pintas na pele]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da pele]]></category>
		<category><![CDATA[sinais na pele]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As lesões de pele benignas fazem parte da vida da maioria das pessoas e, na maior parte das vezes, não representam nenhum risco à saúde. Desde as primeiras fases da vida adulta, é comum perceber pintas, manchas, pápulas ou pequenas elevações na pele que surgem sem causar sintomas.</p>



<p>Ainda assim, <strong>nem tudo o que parece inofensivo deve ser ignorado</strong>. Algumas lesões cutâneas aparentemente simples podem esconder condições clínicas que merecem atenção médica, o que reforça a importância da avaliação dermatológica regular.</p>



<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), conhecer a própria pele e observar mudanças ao longo do tempo é um dos <strong>pilares do cuidado preventivo</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que nem toda lesão aparentemente benigna é tão simples?</h3>



<p>É natural associar o termo “benigno” à ausência de risco. No entanto, muitas lesões não cancerígenas podem apresentar características clínicas e até dermatoscópicas semelhantes às de tumores malignos, como o melanoma ou outros tipos de câncer de pele.</p>



<p>Além disso, algumas lesões passam por <strong>alterações ao longo do tempo</strong>, seja por fatores hormonais, exposição solar ou processos inflamatórios.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.sbd.org.br/em-podcast-dermatologistas-tiram-duvidas-e-orientam-sobre-o-cuidado-com-as-pintas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBD</a>, é justamente essa semelhança visual que torna a <strong>avaliação profissional tão importante</strong>, já que o diagnóstico correto não deve ser feito apenas “a olho nu” pelo paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lesões de pele comuns que costumam gerar dúvidas</h3>



<p>Existem várias <strong>lesões de pele benignas</strong> que aparecem com frequência e costumam preocupar pacientes, principalmente quando mudam de aspecto. Entre as mais comuns, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dermatofibroma;</li>



<li>queratose seborreica;</li>



<li>angioma;</li>



<li>hiperplasia sebácea;</li>



<li>ceratose tipo líquen plano (LPLK).</li>
</ul>



<p>Segundo o <a href="https://gbm.org.br/2024/08/20/lesoes-nao-melanociticas-benignas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo Brasileiro de Melanoma</a>, algumas dessas lesões podem, em determinadas situações, simular clinicamente ou dermatoscopicamente um melanoma, o que reforça a <strong>necessidade de avaliação especializada</strong>.</p>



<p id="leia"><strong>Confira também</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/recebi-diagnostico-de-cancer-de-pele-e-agora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Recebi diagnóstico de câncer de pele: e agora?</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Dermatofibroma: pequeno, firme e geralmente inofensivo</h4>



<p>O dermatofibroma é uma lesão benigna bastante comum, principalmente em mulheres e nas pernas. Conforme explica a <a href="https://www.sbd.org.br/doencas/dermatofibroma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBD</a>, ele costuma surgir como uma pápula ou nódulo firme, de coloração acastanhada, que afunda levemente ao ser comprimido lateralmente.</p>



<p>Apesar de geralmente assintomático, <strong>pode causar dor em alguns casos</strong>. Ainda que não necessite tratamento na maioria das vezes, sua aparência pode gerar confusão com pintas ou outros sinais, tornando a avaliação dermatológica essencial para tranquilizar o paciente ou indicar conduta adequada.</p>



<p id="leia"><strong>Acesse</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/erros-nos-cuidados-com-a-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confira 5 erros nos cuidados com a pele</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Queratose seborreica e ceratose tipo líquen plano: atenção às semelhanças</h4>



<p>A queratose seborreica é uma das lesões benignas mais frequentes em pessoas mais velhas. Ela pode variar bastante de cor e tamanho, indo do marrom claro ao preto, e costuma ter aspecto “grudado” na pele.</p>



<p>Embora muitas sejam facilmente reconhecidas, <strong>algumas apresentações podem simular lesões malignas</strong>.</p>



<p>Já a ceratose tipo líquen plano (LPLK), considerada uma lesão inflamatória benigna, pode surgir como máculas ou placas rosadas ou acastanhadas. Segundo o Grupo Brasileiro de Melanoma, <strong>essas lesões podem ter diagnósticos diferenciais importantes</strong>, como carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular ou até melanoma, o que exige atenção redobrada.</p>



<p id="leia"><strong>Entenda</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/o-que-causa-verrugas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba tudo sobre as verrugas: o que causa, quando é necessário tratar e como é a remoção</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando uma lesão deve ser avaliada por um dermatologista?</h3>



<p>De acordo com a <a href="https://www.sbd.org.br/doencas/cancer-da-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBD</a>, qualquer lesão que apresente mudança de cor, formato, tamanho ou sintomas merece avaliação. A famosa Regra do ABCDE ajuda na observação inicial, mas <strong>não substitui a consulta médica</strong>. Alguns sinais de alerta incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>crescimento rápido ou mudança recente;</li>



<li>bordas irregulares;</li>



<li>variação de cores;</li>



<li>sangramento ou feridas que não cicatrizam;</li>



<li>coceira, dor ou inflamação persistente.</li>
</ul>



<p>Mesmo lesões antigas podem precisar de reavaliação se passarem por alterações ao longo do tempo.</p>



<p>É importante reforçar que <strong>a maioria das lesões de pele é benigna e não evolui para câncer</strong>. No entanto, conforme destaca a SBD, o diagnóstico precoce é fundamental para bons desfechos, especialmente nos casos em que uma lesão aparentemente simples esconde uma condição mais séria.</p>



<p>Consultar um dermatologista regularmente, realizar o autoexame da pele e manter hábitos de <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dossie-do-protetor-solar-como-escolher-o-melhor-produto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fotoproteção</a> são atitudes que fazem parte do cuidado integral com a saúde cutânea. Assim, é possível agir com tranquilidade, informação e prevenção, sem medo, mas também sem negligência. Cuidar da pele é, acima de tudo, um ato de atenção consigo.</p>



<p>Acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">blog Dra. Carla Bortolotto</a> e confira outras dicas de saúde e beleza.</p>
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		<title>O que poucas pessoas sabem sobre a hanseníase</title>
		<link>https://dracarlabortoloto.com.br/hanseniase/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[doenças de pele]]></category>
		<category><![CDATA[hanseníase]]></category>
		<category><![CDATA[hanseníase tem cura]]></category>
		<category><![CDATA[manchas na pele]]></category>
		<category><![CDATA[perda de sensibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[poliquimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da hanseníase]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hanseníase ainda é cercada por mitos, medo e desinformação, embora seja uma doença antiga, conhecida e com tratamento gratuito no Brasil. Por isso, é importante<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A hanseníase ainda é cercada por mitos, medo e desinformação, embora seja uma doença antiga, conhecida e com tratamento gratuito no Brasil. Por isso, é importante deixar claro: <strong>hanseníase tem cura</strong>.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, a condição não é apenas uma questão médica, mas também social, pois o <strong>estigma histórico</strong> ainda afeta muitas pessoas. Por isso, entender o que é a doença, como ela se manifesta e como é o tratamento é um passo essencial para o cuidado com a pele e com a saúde como um todo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é hanseníase e por que ela ainda existe?</h3>



<p>A hanseníase é uma doença infecciosa causada pela bactéria <em>Mycobacterium leprae</em>, também conhecida como bacilo de Hansen.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.sbd.org.br/doencas/2350-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia</a> (SBD), ela existe há mais de 4 mil anos e já foi chamada de “lepra”, <strong>termo que hoje não deve mais ser utilizado</strong> por seu caráter discriminatório.</p>



<p>Apesar de antiga, a hanseníase ainda é um <strong>problema de saúde pública</strong> no Brasil. O <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hanseniase" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a> destaca que o país ocupa a segunda posição mundial em número de casos novos.</p>



<p>Isso não significa que a doença seja altamente contagiosa, mas sim que o diagnóstico tardio e a falta de informação ainda dificultam o controle.</p>



<p>A transmissão acontece apenas quando há contato próximo e prolongado com uma pessoa <strong>não tratada e na forma transmissora da doença</strong>. Abraços, uso de talheres, roupas ou objetos pessoais não transmitem hanseníase, algo que a SBD reforça.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sinais e sintomas que merecem atenção</h4>



<p>Os sinais da hanseníase <strong>costumam surgir lentamente</strong>, o que pode atrasar a procura por ajuda médica. Conforme explica o Ministério da Saúde, a doença afeta principalmente a pele e os nervos periféricos. Os sintomas mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://dracarlabortoloto.com.br/manchas-vermelhas-na-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manchas</a> na pele mais claras, avermelhadas ou escurecidas;</li>



<li>alteração ou perda de sensibilidade ao calor, <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/frio-exige-cuidados-especiais-com-pele-e-cabelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">frio</a>, dor ou toque;</li>



<li>dormência ou formigamento em mãos e pés;</li>



<li>diminuição da força muscular;</li>



<li>áreas da pele sem <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/cinco-terapias-ajudam-a-por-fim-na-transpiracao-excessiva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suor</a> ou pelos.</li>
</ul>



<p>A SBD complementa que, em fases mais avançadas, podem surgir <strong>nódulos dolorosos e inflamações</strong>, principalmente em áreas mais frias do corpo, como orelhas, cotovelos e pés.</p>



<p id="leia"><strong>Confira também</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/psoriase-atividade-fisica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Psoríase e atividade física: descubra o que é verdade ou não nessa relação</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Complicações quando não tratada</h4>



<p>Quando o diagnóstico não é feito a tempo, a hanseníase pode causar complicações importantes. Segundo o Ministério da Saúde, muitas delas estão <strong>relacionadas às lesões nos nervos</strong>, que podem gerar limitações funcionais. Entre as principais complicações estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda permanente de sensibilidade;</li>



<li>fraqueza muscular e deformidades;</li>



<li>dores neuropáticas persistentes;</li>



<li>dificuldade para caminhar ou realizar atividades manuais.</li>
</ul>



<p>Além das consequências físicas, o <strong>impacto emocional e social</strong> também é relevante. O estigma e a discriminação ainda podem afastar pessoas do convívio social e até dos serviços de saúde, perpetuando o ciclo da doença.</p>



<p id="leia"><strong>Entenda</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/saude-mental-e-pele-entenda-quais-as-possiveis-consequencias-dessa-relacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saúde mental e pele: entenda quais as possíveis consequências dessa relação</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento da hanseníase</h3>



<p>O diagnóstico da hanseníase é feito principalmente por meio do <strong>exame clínico dermatológico</strong> <strong>e neurológico</strong>. De acordo com o Ministério da Saúde, o profissional avalia a pele, a sensibilidade e os nervos periféricos.</p>



<p>Em alguns casos, exames complementares como baciloscopia ou biópsia podem ser solicitados. Em crianças, a avaliação precisa ser ainda mais cuidadosa, uma vez que casos infantis indicam transmissão ativa no ambiente familiar.</p>



<p>Já o tratamento é feito com a Poliquimioterapia Única (PQT-U), uma terapia que <strong>combina os antimicrobianos</strong> rifampicina, dapsona e clofazimina.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, essa associação é fundamental porque impede que a bactéria se torne resistente aos medicamentos, aumentando as chances de cura. A <strong>duração do tratamento varia conforme a forma da hanseníase</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>6 meses para formas paucibacilares (quando há poucos bacilos no corpo e a doença costuma se manifestar de forma mais limitada);</li>



<li>12 meses para formas multibacilares (em que existe uma maior quantidade de bactérias, com maior risco de comprometimento dos nervos e da pele).</li>
</ul>



<p>Logo após o início do tratamento, a pessoa deixa de transmitir a doença. O Ministério da Saúde reforça que, por isso, não é necessário isolamento, nem internação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prevenção da hanseníase e a importância da informação</h3>



<p>A prevenção está diretamente ligada ao diagnóstico precoce, ao tratamento adequado e à avaliação dos contatos próximos. Além disso, a vacina BCG pode ser indicada para fortalecer a resposta imunológica de pessoas que convivem com o paciente.</p>



<p>Consultar um dermatologista com regularidade também é um ponto-chave na prevenção. Afinal, o profissional pode <strong>identificar alterações sutis na pele e na sensibilidade</strong>, muitas vezes ainda em fases iniciais da hanseníase. Quanto mais cedo a doença é reconhecida, maiores são as chances de evitar complicações, sequelas e a transmissão.</p>



<p>Entender a hanseníase é uma forma poderosa de <strong>combater o preconceito, cuidar da pele e proteger a saúde coletiva</strong>.</p>



<p>Acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">blog Dra. Carla Bortoloto</a> e continue aprendendo sobre saúde e autocuidado.</p>
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		<title>O que os poros dilatados revelam sobre a saúde da pele?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Bortoloto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento da pele]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação da pele]]></category>
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<p>Poros dilatados costumam ser automaticamente associados à pele oleosa. Essa leitura é comum, repetida e, muitas vezes, limitada. Mas, logo nas primeiras observações clínicas, fica claro que <strong>nem todo poro visível está ligado ao excesso de sebo</strong>.</p>



<p>Em muitas peles, especialmente em mulheres adultas e na menopausa, os poros dilatados aparecem mesmo sem brilho e sem oleosidade. Então, o que eles realmente significam?</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que são poros dilatados?</h3>



<p>Apesar do nome popular, os chamados “poros” não são apenas a abertura de uma glândula. Segundo o artigo publicado na revista <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4337418/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clinical, Cosmetic and Investigational Dermatology</a>, o que enxergamos como poros dilatados são, na prática, pequenas depressões da superfície cutânea.</p>



<p>Elas são visíveis a olho nu e muito maiores do que os óstios normais das <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/por-que-suamos-entenda-o-funcionando-das-glandulas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">glândulas</a> sebáceas ou sudoríparas.</p>



<p>Esse mesmo estudo, que avaliou mulheres de diferentes etnias, incluindo brasileiras, mostrou que <strong>os poros estão presentes em todas as peles</strong>, mas variam muito entre grupos étnicos e mudam pouco com a idade.</p>



<p>Ou seja, nem sempre o poro é um “problema”. Muitas vezes, ele é uma característica estrutural da pele.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Poros dilatados sem oleosidade</h4>



<p>De acordo com os dados do estudo, o tamanho e a densidade dos poros não dependem exclusivamente da produção sebácea. Inclusive, mulheres brasileiras apresentaram poros maiores mesmo quando a oleosidade não era o fator dominante.</p>



<p>Além disso, a <a href="https://sbdrj.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia</a> explica que, com o passar do tempo, ocorre redução de colágeno e elastina. Esse <strong>enfraquecimento da sustentação dérmica</strong> faz com que as estruturas se tornem mais aparentes.</p>



<p>Assim, os poros dilatados podem refletir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda de suporte estrutural da pele;</li>



<li>alterações hormonais, como as da <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/pele-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">menopausa</a>;</li>



<li>envelhecimento geral da pele e não apenas excesso de sebo.</li>
</ul>



<p id="leia"><strong>Entenda também</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/cuidados-pele-oleosa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 cuidados básicos para quem convive com uma pele oleosa</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Inflamação silenciosa e poros aparentes</h3>



<p>Outro ponto frequentemente ignorado é a <strong>inflamação de baixo grau</strong>, ou seja, processos inflamatórios discretos que podem alterar o relevo da pele.</p>



<p>Condições como <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/causas-prevencao-crises-de-rosacea/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rosácea</a>, <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dermatite-nao-e-tudo-igual-entenda-as-diferencas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dermatites</a> e até a chamada acne involutiva geram edema dérmico ao redor do folículo. Com isso, a pele ao redor se eleva, enquanto o óstio permanece fixo, tornando-se mais visível por contraste.</p>



<p>Esse fenômeno se conecta ao conceito de <em>inflammaging</em>, conforme descrito em um artigo publicado na <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-021-97225-3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Scientific Reports</a>, sendo um <strong>envelhecimento associado à inflamação crônica e subclínica</strong>.</p>



<p>Nesse cenário, os poros dilatados funcionam quase como marcadores visuais dessa atividade silenciosa.</p>



<p id="leia"><strong>Acesse</strong>: <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/acne-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acne na menopausa: por que esse incômodo pode voltar nessa fase da vida?</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Como interpretar corretamente os poros dilatados</h3>



<p>Nem sempre existe uma única causa para os poros dilatados. Na prática, eles costumam <strong>refletir diferentes mudanças que acontecem na pele ao longo do tempo</strong>. Por isso, o mais importante é observar o contexto geral. Afinal, os poros dilatados podem estar relacionados a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>oleosidade excessiva;</li>



<li>perda de <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/importancia-do-colageno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colágeno</a> e elasticidade;</li>



<li>inflamação subclínica;</li>



<li>histórico acumulado de exposição solar;</li>



<li>influência genética e étnica.</li>
</ul>



<p>Diante disso, a <a href="https://www.sbd.org.br/category/pele-cuidados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia</a> reforça que os cuidados com a pele devem ir além da ideia de “fechar poros”. A recomendação inclui uma <strong>rotina diária</strong> com <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/veja-beneficios-da-limpeza-de-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">limpeza</a> adequada ao tipo de pele, hidratação regular (mesmo nas peles oleosas), bem como o uso diário de <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dossie-do-protetor-solar-como-escolher-o-melhor-produto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">protetor solar</a>.</p>



<p>Esses cuidados ajudam a preservar a estrutura da pele, manter sua função de barreira e reduzir a progressão de sinais visíveis do envelhecimento, incluindo a aparência dos poros.</p>



<p>Sempre que houver dúvidas ou incômodo com a aparência da pele, o ideal é procurar um dermatologista para uma avaliação individualizada e orientações adequadas para o seu caso.</p>



<p>Acesse o <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/dicas-de-saude-e-beleza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">blog Dra. Carla Bortoloto</a> e continue aprendendo sobre saúde e beleza.</p>
<p>O post <a href="https://dracarlabortoloto.com.br/poros-dilatados/">O que os poros dilatados revelam sobre a saúde da pele?</a> apareceu primeiro em <a href="https://dracarlabortoloto.com.br">Dra. Carla Bortoloto</a>.</p>
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